Articles Archive for Year 2009
HEY mycoolers!
É por meio deste que comunicamos que nosso staff vai tirar uma pequena folga para o Revèillon (maravilha!). Cada um vai rumar para seu destino até o final dessa semana, e segunda bombaremos com tudo por aqui, as baterias 100% renovadas pra fazer 2010 ser ainda mais sucesso que 2009.
Aproveito para mandar um SUPER THANKS pra todo povo que nos acompanhou durante o ano, lendo, colaborando, comentando, criticando, siacabando na decaDANCE, twittando feito louco pra ganhar os super presentes que jogamos no @mycool, enfim. Sem vocês, nada nadinha disso teria sentido. E estamos muito, mas muito felizes em poder dividir tanta coisa bacana com vocês.
Ui, que melação!
Dá um desconto, gentem, ano novo é assim.
Era pra ser um recado breve, so:
Tudo de lindo pra vocês.
um beijão do mycool team
[mycool álbuns da década]
Flaming Lips – Yoshimi Battles The Pink Robots [2002]
O Flaming Lips chegou a seu décimo disco de carreira, o primeiro na década, com o espírito de uma banda nova. Yoshimi Battles The Pink Robots é, indiscutivelmente, o seu álbum mais bem acabado até hoje (o que não é pouco, para um grupo que teve como meta nos últimos 15 anos fazer álbuns de extremo acabamento). Foi onde a banda mergulhou de cabeça no som eletrônico como cortina pra lindas canções. Yoshimi Battles é um disco calcado basicamente em melodias, de letras assoviáveis e refrões que grudam — é um disco de lindas canções e melodias pop, em resumo. Psicodelia existe mais como ponto de equilíbrio entre a sobriedade, como se no final da tarde você comesse biscoitos andando de balanço, após um dia no LSD. Algo em que o Radiohead fez com Kid A, mas sem a intenção de fazer ninguém cortar os pulsos. Embora o clima de melancolia na história da garotinha Yoshimi, sobre amor, decepção, a sua mortalidade diante dos tais Robôs Cor-de-Rosa, o álbum denota apenas a imagem de sorriso no rosto. Nenhuma música é descartável, todas são genuínas e válidas. E com um arrebate definitivo, encontrado em Do You Realize?, uma das grandes dos anos 00’s, uma canção nostálgica em que o cara apenas reflete: você já se deu conta que a felicidade te faz chorar? / você já se deu conta que um dia todo mundo que você conhece vai morrer? E não é morbidez. É vida pura.
[mycool álbuns da década]
Radiohead – In Rainbows [2007]
Foi então que a banda desistiu de fazer sucesso com Kid A e isso não deu certo. Ficaram ainda mais cultuados, e assim seguiu durante Amnesiac (belo disco, mas notadamente de sobras do Kid, o seu primo mais inspirado) e Hailt to the Thief (hoje notadamente o disco mais irregular na trajetória do quinteto. O Radiohead fez suicídio comercial, vez após vez, até que simplesmente desistiu disso também. In Rainbows é um lindo disco de canções, onde a apregoada volta das guitarras veio com tudo, o conteúdo eletrônico ficou de canto embora ainda primoroso, as letras voltaram a todo vapor de forma direta e não indireta (o que é i don’t wanna be your friend, i just wanna be your lover?), Thom Yorke cantando absurdamente melhor, e apesar de suposta convenção melódica, nos detalhes em fones de ouvido você percebe ritmos em contratempo, barulhinhos vitais, backing vocais tão absurdos quantos os vocais. Do primeiro toque da bateria sincopada de 15 Steps ao último acorde grave de piano em Videotape, com o jazzismo de Nude e a guitarrice de Bodysnatchers no meio , tudo é perfeito. E se daqui pra frente todo disco deles eu puder pagar o quanto quiser, olharei nas lojas quanto custa um disco do Coldplay e pagarei cem vezes mais o valor.
Death Cab for Cutie – Transatlanticism [2003]
Passenger Seat. Title and Registration. The Sound of Settling. Três músicas que poderiam encerrar minha primeira colaboração para o mycool ainda no primeiro parágrafo e atestar este disco como um dos melhores da década. Mas ele vai muito além. Transatlanticism não perde tempo e leva o ouvinte ao clímax desde a primeira faixa (The New Year), não perdendo o ritmo desde então (entre as principais canções, temos Expo ’86, a faixa-título Transatlanticism e minha favorita, Death of an Interior Decorator) e finalizando a audição do mesmo da forma mais delicada já feita na história do “novo rock” (A Lack of Color). Com o verso “This is fact, not fiction”, Ben Gibbard, líder da banda, encerra o disco e finca os pés no cenário indie mundial, completando a transição do DCFC de selos de menor expressão (para públicos de massa) para uma grande gravadora. Um disco forte, energético, poético e pop (como não sê-lo, tratando-se de parcerias entre Gibbard e Chris Walla), Transatlanticism é isso: um enorme passo para uma excelente banda.
O estereótipo é uma das forças-motriz do mundo. Caminhando à toa no meio da rua você estereotipa o sujeito caminhando ao lado.
Agora imagine isso com bandas indies, que já nascem um estereótipo?
Imagina isso com os fãs de música indie, que são duplamente estereotipados, porque além de gostar, se vestem, pensam e mimimi relacionado às bandas.
O pessoal do Flavouwire imaginou e criou os estereótipos baseados nas bandas indies que você escuta. Coisas do tipo como Death Cab for Cutie: garotas que citam letras como status no seu Facebook; e Antony and the Johnsons: caras que ainda choram toda vez que olham Bambi. Cola lá.
Tá afim de ganhar um par de ingressos na faixa pra festa mais hypada de Porto Alegre? A gente sorteia!
Se você ainda não nos segue, comece a nos seguir no twitter e retuite a seguinte mensagem:
meu Natal vai ser com muita espumante, jelloshots, decaDRINKS, panetone e troca de roupas na @mycool decaDANCE http://migre.me/eTcv
Não esquece de destrancar a sua conta e tenha certeza que o link do migre.me está na sua tuitada. O resultado sai hoje à noite!
Bora lá tuitar, quanto mais, maiores as chances!
mycool decaDANCE
The Clothing Swap Party – edição especial cubo mágico
24/12, à 1h (do dia 25)
Casa do Lado: Rua da República, 546
R$ 20,00 – espumante enquanto durar o estoque, jelloshots liberado, decaDRINKS (vodca + redbull) a R$ 5,00, chuva de panetone, brindes do Papai Noel, e muito mais!
Ingressos antecipados na Vulgo Store (Padre Chagas, 318) e no Aquavit Bar (Rua da República, 552)
Comprando antecipado concorre a 1 pack de vodca + redbull
Depois de se empanturrar com peru, farofa e arroz à grega, só sobra espaço no ESTROMBO mesmo é pro ÁLCOOL nosso de todo dia. Então pensando na sua (in)sanidade alcóolica, nós vamos oferecer muitas bebideenhas pra deixar sua CLOTHING SWAP PARTY ainda mais fascinante:
1) A função toda começa à 1h do dia 25, logo depois da ceia. Faz a social com a família e corre pra Casa do Lado, porque lá ofereceremos espumante liberada, enquanto durar o estoque (e olha que o estoque tá phyno).
2) As jello shots (gelatina + vodca) são várias e de graça à la vontê, à noite toda. DELÍCIA CREMOSA.
3) Não suficiente, os já tradicionais decaDRINKS dessa vez serão combos de vodca + redbull, e sim, saem pela bagatela de APENAS R$ 5,00, a noite toda. Ou seja, mais barato que UMA CEUVEUJA!
4) E se no meio da noite voltar a fome, uma chuva de panetones chegará para dar um up naquela glicose amiga.
Tá bom ou quer mais? Tem MUITO mais ainda: varal com roupas e acessórios bizarros pro pessoal se montar, presentes inusitados do saco do Papai Noel, telão com cenas nostálgicas de Natal, as músicas mais nonsenses nunca antes tocadas numa festa, e há boatos que talvez também role uma distribuição de ENGOV. Impossível perder!
Cansei de Ser Sexy – Cansei de Ser Sexy [2005]
Por mais que insistam em dizer que CSS é uma cópia insolente de Le Tigre e que de original não tem nada, não dá pra negar que, pelo menos no Brasil, eles foram pioneiros. O que começou numa brincadeira despretensiosa de estúdio tomou proporções extraordinárias, e a banda acabou conquistando a Europa inteirinha em poucos meses, com suas letras superdebochadas e beats pós modernos. E como não? A audácia brasileira cantada em inglês sempre faz sucesso entre os gringos, vide a febre que foi Let’s Make Love And Listen Death From Above. Music Is My Hot Sex virou até soundtrack de propaganda do iPod, Alala, Off The Hook e Alcohol bombaram com unanimidade em todo e qualquer festival de verão, enquanto Superafim, interpretada com genialidade por Lovefoxxx em língua original, ainda hoje faz com que a geração underaged recite a letra do início ao fim, com todo o fôlego dos seus pulmões, nas festeenhas da cidade. Acho um pouco bom mesmo o Brasil ter uma referência indie de qualidade exportativa, porque se fôssemos depender de algo tipo Bonde do Rolê (e daí só piora), estaríamos realmente fucked.
Broken Bells é a parceria entre o vocalista do The Shins, James Mercer e produtor Danger Mouse. O álbum homônimo sai por 9 de março pela Columbia, e já dá pra conferir o primeiro single, The High Road, bem delícia:
Hugh Hefner’s Playboy é uma coleção de livros com seis volumes feita pela Taschen e que explora o impacto da revista no mercado do nú e do sexo. A collection reproduz todas as páginas da primeira edição da Playboy, que teve como capa nada mais nada menos que Marilyn Monroe, assim como 700 páginas de conteúdo autobiográfico de Hefner. Além disso, tem também 59 das melhores pôsters da Playboy e, claro, as melhores matérias, em peças de escritores influentes, como Ray Bradbury, Gore Vidal e Jack Kerouac, assim como entrevistas com Martin Luther King e John Lennon. À venda por algo em torno de $1.000, cada edição vem com uma amostra do icônico robe de seda de Hefner. Dá pra comprar na Taschen ou na Amazon.
Via.


























