TOP 5 Álbuns do Primeiro Semestre
Yeah Yeah Yeahs – It´s Blitz
Sintetizadores conquistaram o trio nova-iorquino, mas somente as guitarras pesadas ficaram em segundo plano, porque Karen O crava ainda mais o seu status de ícone indie com seu vocal rasgado em It´s Blitz. De acordo com a banda, o álbum foi inspirado na disco dos anos 70. O disco também traz uma das melhores capas do ano.
Franz Ferdinand – Tonight
A grande novidade de Tonight, lançado no começo do ano é apenas uma: sintetizadores. Os riffs de guitarras e linhas de
baixo que tornaram a banda mundialmente conhecida e amada, continuam os mesmos. Porém, o álbum não veio para surpreender, mas para definir o status quo do quarteto.
Tonight nasceu para ser sexy e com o objetivo declarado de te fazer dançar.
Passion Pit - Manners
Manners é um disco típico indie-pop. Muitos podem dizer que a formula é repetida, que o hype pode ter consumido a banda, e que no final as músicas podem ter se tornado repetitivas, PORÉM o álbum ainda consegue surpreender e agradar, já que as faixas são muito bem trabalhadas e as letras possuem um certo conteúdo. E podemos dizer que, até então, para este ano de 2009, eles foram os únicos que conseguiram criar expectativas e também um certo burburinho dentro da cena.
Phoenix – Wolfgang Amadeus Phoenix 
Singles com potencial, produzidos sob uma camada pop porém sofisticado, com letras grudentas e pegada intensa faz de Wolfgang Amadeus Phoenix o quarto trabalho dos franceses do Phoenix, uma experiência quase kitsch com nuances dos anos 80.
Parece ter sido um álbum muito bem estudado, pensado e principalmente muito bem produzido seguindo a linha bem-sucedida de seus álbuns anteriores.
Dan Deacon – Bromst
Bromst, o mais novo trabalho de Dan Deacon, o esquisitão (ou seria gênio incompreendido?), é um pop cheio de caos e coesão, porém a maturidade que transparece linearmente em todo o album nos passa a sensação de que sua viagem eletrônica inventiva e inquieta não é passageira.
Bromst pode vir a se tornar não só um dos melhores discos do primeiro semestre, mas sim um dos melhores do ano.
BÔNUS: The Whitest Boy Alive – Rules
O grupo, baseado em Berlin, já começou bem pelo simples fato de ter Erlend Øye, também membro da genial Kings of Convenience, nos vocais. Seu segundo álbum, entitulado Rules, vem com uma pegada bem mais dançante e alegre (para os níveis da banda, obviamente, não espere música pra se jogar na pista) se comparado a Dreams. Vocal suave e limpo, porém bastante presente, letras deliciosas, baixo potente e sintetizadores muito bem planejados fazem de Rules um disco pra ser curtido numa tarde fria de um sábado ensolarado, de preferência rodeado por alguma paisagem fascinante, uma manta nos ombros e uma boa taça de vinho tinto nas mãos.










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