A Alta Sacerdotisa do Soul
Em inglês, The High Priestess of Soul. Esse foi o título dado a uma das maiores divas do Jazz, Soul e Blues, Nina Simone. Eu sei que jazz não é hype, indie, cool, modernete, mas achei que devia escrever sobre essa cantora na qual sou extremamente viciado. O título citado se refere ao que a indústria fonográfica americana chamava de jazz royalty, que incluía outras divas como Billie Holiday (Lady Day) e Ella Fitzgerald (The First Lady of Song).
Nascida Eunice Kathleen Waymon, Nina Simone começou a tocar piano quando criança, frequentou a famosa Julliard School of Music, e só começou a cantar quando conseguiu emprego em restaurantes e casas noturnas, para poder pagar os estudos.
Como toda a diva, Simone teve carreira e vida pessoal conturbadas. Foram casamentos fracassados, um marido abusivo e vários affairs que não deram certo. A única filha, que atende pelo nome artístico Simone, é cantora e atriz e já participou de vários musicais da Broadway. Já na vida profissional, foram cerca de 50 discos lançados, entre álbuns de estúdio, gravações ao vivo e compilações. Porém, problemas com gravadoras fizeram com que Nina perdesse muito dinheiro e tivesse muitas dívidas.
Além de cantora e pianista, Nina Simone lutou pelos direitos dos negros nos Estados Unidos, nos anos 60. Foi através de músicas como Strange Fruit, Mississippi Goddam e For Women, que Simone expressou tudo que sentia sobre os acontecimentos racistas da época. Revoltada com a situação dos afro-americanos no seu país, Nina passou muito tempo viajando, morando em diversos países da Europa, e na África. Suas viagens terminaram no sul da França, na cidade de Carry-le-Rouet, onde morreu de causas naturais em 2003.
Nina Simone passou pelo Brasil cinco vezes, fazendo shows. Em 1990 ela gravou a música Ready to Sing (Pronta pra cantar), com Maria Bethânia. Por sorte, é possível encontrar DVDs dos shows da cantora no Montreux Jazz Festival, no bar Ronnie Scott’s. Também é possível encontrar vários vídeos de apresentações ao vivo da Nina no YouTube, como o vídeo abaixo, da música Ain’t got no/I got life, durante um festival no Harlem, em Nova Iorque.


Pedro, fez muito bem em escrever sobre a Nina por aqui. Artistas maravilhosas sempre merecem espaço nos melhores blogs de música e arte.
Ah, já reparou que a Julliard sempre nos apresenta agradáveis surpresas? Já escutou Cristina Courtin? Pois é
Adoro “I put a spell on you” e o cover de “here comes the sun”
Obrigado, Caio!
Também acho que artistas como a Nina merecem espaço!
Não conhecia Christina Courtin, mas já procurei e gostei muito!
Obrigado pela sugestão! xD
Comentaí!
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