Tendência: world music
De uns tempos para cá, tenho notado um certo retorno da World Music às pistas e aos charts. Claro que sempre tem artistas desse gênero em sets dos mais variados DJs espalhados pelo mundo, dos mais famosos até os mais desconhecidos. Mas a verdade é que cada vez mais os olhos estão voltados para quem ousa misturar ritmos regionais (geralmente regados a muita percussão) à uma sonoridade eletrônica de dancefloor.
Gente como Crystal Fighters, Malente e Dex, Basti Grub, Buraka Som Sistema (nem tão novos assim), entre tantos outros, revelam que a união de estilos já consagrados, como minimal, electro, techno, etc., com um sabor tribal, pode sim render boas doses de diversão e animar muita gente por aí.
Essa moda não é nova e na verdade essa fórmula sempre esteve presente. Mas é bom ver que tem gente buscando a inovação em suas próprias origens musicais ao invés de tentarem aquele mais do mesmo.
Afinal, em um mundo onde cada vez mais o acesso à música tem se tornado democrático, nada mais globalizado do que ouvir o house de Chicago flertando com os Ragas da Índia.









Até grupos mais estourados, como o Friendly Fires e o Vampire Weekend tão experimentando com isso, com ótimos resultados.
Uma hora eles fazem umas jams percussivas de 15 minutos, daí sim eu ia gostar afú.
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