Quentuxos indies com discos novos na praça
Sei que é um saco, é coisa realmente pra cara obcecado por música (como eu), ficar navegando em busca de novidades e os lançamentos musicais quentuxos. Dá um trabalhão, mesmo com a facilidade da internet. Então, pra fazer aquele serviço esperto para você, farei toda a semana para a rapeize um serviço de utilidade pública, falando dos lançamentos quentuxos, de bandas novas ou novidades de bandas já testadas e aprovadas. Hoje começamos com as mais recentes bolachas do The Walkmen e do Ra Ra Riot.
The Orchard – Ra Ra Riot: O fabuloso disco de estréia desse sexteto norteamericano, The Rhumb Line, de 2008, passou pouco percebido pela grande massa indie na sua época de lançamento. Uma fudida injustiça, que pode ser plenamente corrigida com a chegada de The Orchard. Prova que a fórmula da banda, que conta com uma violoncelista (GOSTOSA PRA CA**LHO) e violinista, está longe de enjoar, o segundo LP do grupo volta com melodias belíssimas e um sentimento ininterrupto de DELÍCIA CREMOSA SONORA. Destaque para a pogante “Boy”, a apoteótica e totalmente 80’s “Foolish” e a sinfonia arrepiante da faixa título. Recomendado.
Lisbon – The Walkmen: Somente pelos seus dois discos iniciais (“Everyone Who Pretended To Like Me Is Gone” e “Bows & Arrows”), esse grupo mezzo novaiorquino, mezzo de Washington já merece seu lugar na história dos grandes atos roqueiros do século 21. Não satisfeitos, eles prosseguiram com mais dois discos, o bonzudo “A Hundred Miles Off” e “You & Me”. Neste ultimo disco, a banda abandonou o seu lado “roqueiro furioso com classe” e manteve só a classe, focando no poder vocal de crooner do vocalista Hamilton Leihauser e trocando os uivos ensandecidos de guitarra por linhas limpas e graciosas nas seis cordas. Não vou dizer que não deu certo, mas ficou bastante diferente.
“Lisbon” começa da mesma forma que o disco anterior, com a dreamy “Juveniles”, sonzeira pra tomar uma formidável margarita com os amigos na beira da praia. No entanto, quando a segunda faixa, “Angela Surf City”, entra com seus fraseados de guitarra, não demora muito pro PAU COMER e daí o que temos é o rock mais energético feito pela banda desde o clássico “The Rat”, do segundo disco do quinteto. Nessas duas primeiras faixas, já dá pra ter uma idéia do que permeia este novo álbum dos Walkmen. Em seu quinto álbum, a banda buscou o equilíbrio entre suas duas vertentes, a mais esporrenta e intensa, e a outra de pura beleza e melodia. Deu relativamente certo e vale um conferes.


adooorinho Ra Ra Riot!
Nooosa. Muito bom!
O site de vocês também tá uma maravilha.
A galera de Recife tá tentando reviver o Movimento Mangue, mas agora com um tom mais underground. Nesse site rola até música Indie tb.
Ah! Quase esqueço. O endereço pra dar uma olha no que a galera tá fazendo é: http://www.nutallo.com.br
Fui!
Comentaí!
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