De olho neles, sempre Vigilante

Em um mundo com cada vez mais espaço para a música independente – principalmente graças à internet – há quem diga que as gravadoras já estão mortas. Entretanto, os selos e gravadoras independentes ainda tem uma importância crucial no que diz respeito a projetar músicos.
Na Europa, selos como os franceses Kitsuné e Ed Banger filtram e lançam artistas de extrema qualidade dentro de suas propostas, reunindo-os periodicamente em ótimas coletâneas. Nos USA, a turma do LCD Soundsystem segue com o selo DFA, isso sem nem falar na Subpop Records, que tem uma tradição gigante.
E no Brasil? Quem ficaria responsável por reunir e lançar a carreira das promessas nacionais, submersas por um mainstream assustador? Foi pensando nisso que a Deck Discos criou o selo Vigilante, hoje responsável por gerenciar projetos indies brazucas como The Name, Boss In Drama e nossos brothers da Volantes. Mas não para por aí; o Vigilante foi mais ambicioso e firmou parcerias com alguns selos gringos como Carpark e Cooking Vinyl, ficando responsável pela distribuição latino-americana de artistas como Toro y Moi, Peter Bjorn & John, Cloud Nothings e Panda Bear.
Hoje mesmo rola o lançamento mundial de Player Piano, segundo disco do Memory Tapes, projeto do DJ Dayve Hawk, de Nova Jersey. É o pessoal do Vigilante que é responsável pela distribuição da bolacha por aqui, e eles gentilmente nos cederam o álbum na íntegra. Não deu pra escutar muitas vezes ainda, mas já posso dizer: vale a pena dar uma sacada. Atmosferas chill conduzidas por teclados e synths suaves contrastam com momentos de tensão e nostalgia, como se o Postal Service e o The Antlers esbarrassem em resquícios da New Wave. Destaco o single Wait in The Dark, que tem um clipe belíssimo, além de Offers, Worries e Trance Sisters – a mais dançante.
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[...] Mas vocês assinaram com o Vigilante. Anteontem mesmo subimos um post sobre eles. Como é a relação com o [...]
[...] Muito se fala que o americano Ernest Greene, melhor conhecido por Washed Out, é um dos poucos remanescentes de uma tal chillwave – nome que foi designado para classificar bandas com uma sonoridade em particular, mais calma, densa e cheia de synths e reverbs (principalmente nos vocais). Fala-se hoje, inclusive, em pós-chillwave, já que nunca consistiu em um movimento sólido e colaborativo e muitos dos projetos ficaram para trás. Na lista dos que vingaram, podemos ter também Toro y Moi, Neon Indian e Memory Tapes. [...]
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