Disco do mês: “Within and Without” – Washed Out

Muito se fala que o americano Ernest Greene, melhor conhecido por Washed Out, é um dos poucos remanescentes de uma tal chillwave – nome que foi designado para classificar bandas com uma sonoridade em particular, mais calma, densa e cheia de synths e reverbs (principalmente nos vocais). Fala-se hoje, inclusive, em pós-chillwave, já que nunca consistiu em um movimento sólido e colaborativo e muitos dos projetos ficaram para trás. Na lista dos que vingaram, podemos ter também Toro y Moi, Neon Indian e Memory Tapes.
Rótulos a parte, só fui dar a devida atenção pro disco de estreia do cara, “Within and Without”, muito recentemente, na semana em que foi lançado. Tive que dar o braço a torcer: tá um discaço! Coeso, denso, sensível, um dos dez lançamentos que escutei em 2011 que acho que REALMENTE valem a pena serem ouvidos novamente.
Talvez você ache chato em uma audição despretensiosa. Na verdade é bem possível, porque a chillwave se distancia do pop, dos hits grudentos e das letras pra se cantar junto. É mais um trabalho que leva um tempinho pra ser assimilado, mas quando rola a química, vale muito a pena. Destaque também pra capa que é de uma simplicidade linda, quase autoexplicativa, soando super coerente com a obra toda.
Disco: Within and Without
Artista: Washed Out
Lançado em: 12 de Julho de 2011
Selo: Sub Pop Records
Melhores faixas: Se esse álbum tem alguma canção que se aproxime de um hit, ela se chama Soft. Far Away e a faixa título são bonitas pra caramba, assim como You and I e Eyes Closed.
Quando não ouvir: Quando você estiver saturado de ruídos externos. Poluição sonora, trânsito, correria, um milhão de coisas pra fazer. Vai passar batido.
Quando ouvir: Se existe algum momento do dia que você usa pra reflexão interna ou meditação, dê o play. Deve fazer sentido.


[...] A cereja do bolo é quando o disco é bom e as B-sides também são, é o que move toda essa cultura de cultuar as “raridades” do artista. O Washed Out cumpriu bem o papel com Call it Off, uma ótima lado B de um ótimo disco. [...]
[...] Ernest Greene, consolidou a identidade do polêmico gênero com o disco mais forte entre os três. [leia mais aqui] [escute [...]
Comentaí!
assine nosso RSSinscreva-se para receber novidades
follow me on Twitter
amigos e pessoas ou coisas do tipo
Alive Through the Music
Amelia`s Mag
Ana Clara Garmendia
Art Scoop
Bottom Xadrez
Café Mode
Cara do Abuso
Cathy Horyn
COACD
Codevilla
Conversation
Cool Hunting
Data Clipe
Create Vulgo
Deep in Vogue
Descolex
Dia de Beauté
Erika Palomino
Face Hunter
Facool
Fashion Affair
Fashion Eye
Fashion Fab
Fashion Hunter
Fashionista
Fashionize-se
Fashion Pirates
Fila A
Figurama
Filme Fashion
Fashionite
Fashion Squad
Fashion Toast
Fashionzzz
Fora de Moda
Freak Style
FreeSurf Blog
Garotas Estúpidas
Hel Looks
Hip Candy
Hipster Musings
Hypercool
Indienation
It Girls
Fake Karl
Katylene
Lilian Pacce
Londonist
Love Mag
Made in Brazil
moda.blog.br
Moda para Homens
Moda pra Ler
Moda Sem Frescura
MODELS.com
Modices
Move That Jukebox!
mycool decaDANCE
Na Minha Jukebox
Nylon Mag
Oficina de Estilo
Opino
Overheard in NY
Papel Pop
Paper Mag
Pirecco
Prata Porter
Retalhos
Sanduíche de Algodão
Sans Artifice
Starbucks and Jane Austen
Style-a-Holic
The Fashion Spot
The Sartorialist
Smash
Vanguarda
Vogueite
Volume
Tags
Arquivos