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NME 60 Anos: Os mais odiados

7 março 2012 por 250 views No Comment

A primeira edição da NME foi publicada em 07 de março de 1952, exatamente hoje ela completa 60 anos.

O semanário inglês não é conhecido por ser um “e-ne-my”, pelo contrário, geralmente são bastante benevolentes, fazem resenhas positivas  e enaltecem a cultura do hype, principalmente se a banda provar por a + b que a música é mais importante que figurino e corte de cabelo quando claramente ela se preocupa mais com figurino e o corte de cabelo. Mas a NME até que odeia algumas coisas.

Foi difícil achar, mas tá aí, com minhas devidas considerações.

(Recomendo clicar nos links dos reviews e ler os feedbacks dos leitores no Facebook, é de se mijar de rir).

Chase and Status

“O duo de Londres recorreu a algumas aparições vergonhosas, em uma tentativa de encobrir sua incompetência eletrônica”.

Ninguém mandou vocês passarem anos ovacionando o Prodigy, meus caros. Alguém acreditou.

Cosmo Jarvis

Há certamente espaço para uma exploração artística sobre a questão da homossexualidade na comunidade bucaneira.”

Nada demais, enquanto por aí existirem bandas como Mumford and Sons.

Sophie Ellis-Bextor

Cantora de todos gêneros, boa em nenhum. Nada mais a dizer, isso é totalmente um lixo.

Ui, ui.

Clare Maguire

“Pode até parecer Eurythmics, mas o diabos que Annie Lennox cantaria algo como ‘“I will kiss your crown when life takes me down’”

Até é ruim, mas se você substituir tudo por ‘Florence and the Machine’ o resultado é o mesmo.

Howling Bells

O vocal de Juanita Stein – que era tão sexy quanto ela – se perdeu entre reverbs e letras ruins

Aparentemente esperavam criar um hype e se decepcionaram que na real o disco é ducaralho.

 

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