
Fala brasiu.
Não, este não é mais um post com David Bowie. Mas tinha que começar com GLAM.
Hoje nossa história é mais um edição do SORTEIÃO, agora com uma parceria super fofa com a Loja Olivias. Para quem não conhece, a Olivias é uma das mil atividades da Natália Macedo e da Bruna Zanardo, moças paulistas formadas em moda que investem em acessórios cheios de referências pop. De pai Bowie, como já vimos, à Roda Gigante você encontra nas peças da Olivias.

Se você está sem dinheiros e curtiu muito a coleção da Olivias, saca só como faz para participar do Sorteião. Dessa vez, a função é no Facebook, o famoso livro, cara.
Olha o prêmio:

Para entrar na função, que ocorre a partir desta quinta 19 de maio de 2011 e vai até domingo, 22 de maio 2011, presta atenção:
1. Dá um like na página do mycool e da Loja Olivias lá no Facebook (se você já é fã, #epicwin)
2. Faz esse post mimoso em negrito aí em baixo na sua wall, citando o mycool e a Loja Olivias.
A Loja Olivias e o MyCool são uns fofos e vão me dar esse colar de Coruja de presente http://migre.me/4A04y
Nota: para citar pessoas ou páginas no Facebook é fichinha, mesmo modelo do Twitter, digita o @ e a letra do nome que carrega a página, grupo ou pessoa. É esse textinho acima com referência direta as fan pages da Olivias e do mycool, ok?
Postou? Ces´t fini! É só aguardar o resultado, que sai na terça-feira 24 de maio de 2011.
[UPDATE]: A mecânica no fim não deu muito certo e não conseguimos monitorar os participantes. Estamos revendo a forma de fazer o sorteio e em breve voltamos com novidades!
BORA!
A TDK é talvez a marca mais famosa de fitas cassete que se tenha notícia e, por quase 30 anos, ela fez parte de muitas histórias musicais por aí, junto com o microsystem e walkman. Foi com a fita cassete que se popularizou uma idéia que hoje, mais do que nunca, faz parte do nosso cotidiano musical: a mixtape.
Resgatando esta história, e o relacionamento das pessoas com as mixtapes que elas criavam ou ganhavam, a TDK criou o TDK Chronicles, projeto que chama músicos para contarem suas experiências na criação e audição das mixtapes. Se hoje é fácil juntar em um player padrão de blog um monte de músicas unidas por um tema, no fim dos anos 90 gravar essas fitas temáticas era uma arte. Se você nunca gravou uma mixtape em fita cassete para sua paquera, amigo, ou qualquer outra pessoa especial, embarca com a gente nas lembraças das mixtapes dos caras do The Strokes.

Fab Moretti mostra a história de suas mixtapes
Produzido no final de 2010, no embalo das gravações do novo álbum da banda, o TDK Chronicles – The Strokes mostra os rapazes contando seus causos e artistas preferidos de mixtapes. Ver a banda que é considerada por muitos o marco do rock 00 e, consequentemente, da era da distribuição de músicas gratuitas (para quem não lembra, o primeiro cd do The Strokes vazou antes de lançado, lá nos idos de 2001*) falando com tanta intimidade das mixtapes é realmente bacana.
Se você não curte Strokes, não importa, se joga no site do projeto e no vídeo dos caros também, a edição dos vídeos é ótima e as histórias divertidas. Quem já fez mixtapes** em cassete fará o remember junto, quem desconhece, entenderá melhor o esquema todo. Na página do projeto também tem a lista das músicas citadas pela banda, adianto que vai de Frank Sinatra a Bon Jovi, passando por Bob Marley e Radiohead.
O site do projeto já conta com as histórias “mixtapeanas” do pessoal do The Walkmen, primeiro vídeo do projeto (melhor escolha histórica) e do rapper Nas.
*Ainda tenho meu Is This It em cd-r, gravado num Nashua, em agosto ou setembro de 2001. As quatro primeiras músicas estão todas erradas porque escrevi no cd com LÁPIS DE COR. #epicfail
**Nick Hornby, talvez o cara da cultura pop dos anos 90 e 00 (quem não curte Alta Fidelidade?) ,é um dos grandes propagadores da mixtape culture. Se o TDK Chronicles não foi suficiente para vocês, leia o livro, veja o filme, ou os dois.
Já pensou na possibilidade deste encontro mágico? Esquece já e apaga da memória. Não aconteceu. Na verdade, até aconteceu, mas só no trocadilho.
Aproveitando o estilo despojado (sic) do bilionário mais jovem deste planeta, o mais que conhecido Mark Zuckerberg, aka criador do Facebook, e o quase xará Marc Jacobs, um dos estilistas mais bem sucedidos da atualidade (beijo Mr. Forbes!) , foi proposta uma nova linha de roupas: Mark By Mark Zuckerberg.
Fazendo brinks com o estilo (sic 2) do Mark, e com a Marc By Marc Jacobs, a marca “barata” e jovem do diretor criativo da Louis Vuitton, a Mark By Mark promete o melhor da moda para homens.
Vamos aos looks.
TENSO.
Jeans minha tia inveja.

O famoso chinelo Adidas que queria ser um Rider.

Tee, básica, clássica, indispensável.

Então gente, que vocês preferem, bilionário com estilo ou sem estilo? Acho que agora que é rico true não custa Mark dar uma melhorada no visual. Presto consultoria para ele a baixo custo.
Seduz Mark, seduz.

Mark, com o chinelo da sorte, e sua namorada.

Se até o Marc Jacobs deu um upgrade no seu look nerd , porque não Zuckerbeg? Posta na minha parede Markinho, te ajudo.
O Mark By Mark é criação do pessoal do On & True.
Em 8 de janeiro de 1947 nasceu em Brixton, distrito ao sul de Londres, o cara que será para sempre mais do que cool. David Robert Jones, filho xodó de pais que vinham de outros casamentos não muito bem sucedidos, não era rico, mas recebia tudo que queria dos progenitores babões (quem não né) que tentavam formar uma família perfeita. Com seu meio irmão mais velho começou a frequentar clubes de Jazz em Londres aos 12 anos, antes disso ele e o melhor amigo de escola eram rockers e ficavam de olho nas meninas. Aos 16 David Jones levava para casa os rapazes mais bonitos da escola quando queria, para fazer o que bem entendia.
Em 1969, aos 22 anos, David Bowie lançou seu primeiro álbum homônimo e daí em diante são histórias que você tem que correr atrás, porque esse cara é uma lenda viva da música. Assim como muitas das bandas que a gente ama hoje não seriam nada sem os Beatles, outra grande porção não seria nada sem Bowie. Por isso, nem vou ficar aqui citando músicas, fases, amigos e amantes. No fim de 2010 chegou no Brasil a biografia de Bowie lançada em 2009 por Marc Spitz, jornalista norte-americano (que escreveu para Nylon, Spin, entre outras e fez uma biografia do Green Day, veja só) que é fã de “carteirão” do Bowie e levou anos para de fato ter coragem e escrever este livro.

A biografia não é autorizada, Bowie anda recluso nos últimos 8 anos, esteve doente, fez uma cirurgia no coração e hoje vive quieto com sua esposa, a modelo Iman, e sua filha caçula, Alexandria Zahra Jones, de 10 anos. Dizem por aí que ele tocou no casamento da Chelsea Clinton ano passado, mas não temos imagens desse “vipismo”. Só caso se Bowie tocar na minha FESTINHA (ou ele pode ser o juiz, tipo a Kim Gordon naquele episódio de Gossip Girl em que casa A Lily e o Rufus. Fim do P.S.)
Uma das últimas aparições do Bowie em grandes eventos cantando foi em 2005, quando ele se uniu ao Arcade Fire, rola uma tietagem mútua entre o Bowie e a galerinha do Canadá, para shows no Fashion Rocks e outro para esses sortudos que moram em NYC e viram o encontro no Central Park. Daft Punk e Phoenix choram no cantinho de inveja, porque bater Bowie e Arcade Fire no Central Park não rola né.
Fica aí um momento lindo do Fashion Rocks, em que Bowie e Arcade Fire cantam Wake Up. A descrição do vídeo diz tudo: “Se você não chorar assistindo isso, você está morto por dentro”.
E, por fim, este registro histórico dos anos 80, Bowie e Macca, porque hoje Bowie completa 64, não tão vozinho quanto Macca fala na música, mas acho que bem nessa vibe de When I´m Sixty Four ele vive feliz e discretamente com a Iman em NYC. Notá óbvia: a gente sabe que a música When I´m Sixty Four foi escrita pelo McCartney para o McCartney, mas hoje Bowie atinge essa idade mítica e isto é só uma relação aleatória.

FORMÔ?
Bowie, Macca e Mick Jagger nesses famigerados (e amados sim) anos 80. Foi em 1986, eu já era nascida gente.
Então pessoal, hoje é um sábado de verão, bora dançar por aí, lutar com os marinheiros no dancefloor, fazer uma maquiagem linda (pra quem curte) e aproveitar muito o Bowie day, nem precisa dizer que glam é o mínimo para a data.
Tron Legacy não sai da boca do povo, trilha hypada (e de qualidade) pelo Daft Punk, visual impressionante, “só” o roteiro que é mais ou menos. Ainda assim, na balança 2×1 para os pontos positivos do filme, se eu fosse você não perderia.
Como toda ficção científica, Tron tem potencial para gerar muito merchandising. E dessa vez veio tão fino, mas tão tão fino, que ganhou uma linha especial de produtos comercializada pela loja galeria francesa Colette.
A Disney, produtora do longa, se juntou a Colette e marcas como Oakley, Reebok, Opening Ceremony e (designer que merece um post só pra ele) para elaborar a linha. Vai dos bonés, clássicos do merchan, até vestidos, óculos e o famoso capacete do filme.
Ah, a parceria também rendeu frutos Disney x Colette x Tron, como a camiseta do Bambi aí de baixo.

De 3 a 15 de janeiro a Colette terá uma área especial para Tron, com espaço para você jogar o Tron Evolution para Xbox360 (!) e com os merchans especiais. Se algum leitor estiver em Paris e for dar uma passada por lá, manda o relato, vamos ver se as peças são lindas mesmo.
Mais um pouco da linha Tron para Colette, daqui direto para a wishlist imaginária.
O boné, bem jovem praiano, daqueles da infância. #ficaadica
para seu e verão ou look do M/E/C/A/Festival.

Capacete. Será que rola para andar de bicicleta também?

Sapato. Deu uma pontinha de inveja no Louboutin hein.

Vestido branco pro Réveillon, opps, já passou. Brinks, branco
não é só pro ano novo né. Tem preto também.
Confere mais na loja online da Colette, para esse não arrisco um quem topa dividir o frete, o mais baratinho são os bonés, que saem por, 38 euros.
A Freemans Sporting Club, marca nova-iorquina especializada em trajes para boys clássicos e elegantes (sentiu a finesse), resolveu esquecer um pouco a seriedade no seu lookbook para o outono/inverno 2010/2011. Para isso chamou Tim Barber, fotógrafo conhecido por trabalhos para a Nike, Stella McCartney e Urban Outfitters, e se inspirou em estereótipos masculinos, do machão à bee, para compor as fotos.
O resultado tem um quê de Wes Anderson e muito bom humor, sobrou até para o Abraham Lincoln. Com muita dificuldade, são todos ótimos, saiu um top 3.



Os looks completos estão aqui.
Última semana do ano e as novidades de sneakers não estão de recesso. Será isso uma dica para 2011? Um dos tops da semana é de uma marca que mora muito no coração, em edição especial direto do Japão.
A Converse nipônica lançou o Oyatsu Slip-On Candy Pack, uma edição especial de dois modelos slip-on inpirados em chocolate. Falou em estampa e cores é difícil bater os japoneses na moda, né?
Vai um de confeitos de chocolate coloridos?

Para os tradicionais o Converse chocolate em barra.

Já acionamos nossos contatos para ver se as belezinhas podem chegar em terras brasileiras. Se você manja japonês espia no site da Converse Japão e vê se rola um frete.
Lanche da tarde.
Outro dia alguém perguntou no Twitter o que teria acontecido com a indústria de papéis de carta. Aproveito o mote e pergunto: como estão seus cartões de boas festas? #500daysofsummerfeelings
Faltou dinheirinho no Natal para presentear os amigos? Não esquenta não, você ainda pode remediar no ano novo, mandando um cartão bem trends e com os desejos mais lindos. Em tempos de caixas de entrada cheias e encontros cada vez mais virtuais, um agrado em mãos e com suas nobres palavras escritas é o que há de mais chique e elegante.
Para ajudar no resgate da papelaria, a marca francesa de licores St. Germain disponibilizou em seu site papéis de presente e etiquetas for free. É só imprimir e escrever algo bacana na frente e no verso.
Padronagem x Zécsy

Básico x Clássico

Post dedicado à amiga @hinerasky ,que sempre lembra: atitudes simples valem mais que mil presentes.

No começo do ano teve pré-estréia em Sundance o média metragem I´m Here, filme dirigido por Spike Jonze e protagonizado por Andrew Garfield (o Eduardo Saverin, de The Social Network e também o novo Spider-Man). O filme fala do romance entre dois robôs em Los Angeles e foi bancado pela vodka Absolut, por isso tem o subtítulo malandrinho “A Love story in an Absolut World”.
A trilha sonora oficial do filme, lançada em agosto sem tanto alarde, é linda. A história do robozinho é contada ao som de Of Montreal (mate a saudade do Planeta Terra), Animal Collective (com a linda Did You See The words), do brasileiro Gui Boratto, Girls, Flea , entre outros.
Aqui dá para ouvir tudinho. Alegre seu fim de tarde.
E olha que bacana, se você comprar a versão online da trilha leva ou uma tee lindona ou um pôster do filme. Tem outros regalos lá no site da gravadora também.
Caso você ainda não tenha visto I´m Here, não perde tempo não, tá aí o link de bandeja. Com certeza são alguns dos 30 minutos mais lindos de 2010, o site te faz entrar na sala de cinema para assistir o filme.
Alguns de vocês devem lembrar da Anne Hathaway pelo pré-adolescente O Diário de Uma Princesa, pelo hit fashionista O Diabo Veste Prada, ou talvez compartilhem do meu imaginário e lembrem dela na série Get Real (Caindo na Real – não confunda com a tradução bizarra de Arrested Development), que foi exibida pela Fox Brasil nos idos de 1999/2000. A série fez pouco sucesso, mal fechou uma temporada, porém, serviu de escada para Anne e Jesse Eisenberg, o verdadeiro tema deste post, que interpretava o irmão mais novo dela.
Desde sua estréia, que já tem aí 10 anos, Jesse Eisenberg apareceu em diversos filmes, com destaque para o polêmico A Vila, o ótimo A Lula e a Baleia e o terror cult Zombieland, do qual falamos neste post top five views do MyCool. Eisenberg é mais um desses rapazes na linha guy next door, ou seja, aqueles caras que não são necessariamente deuses gregos (fala Brad Pitt), mas que com inteligência e talento (e um rosto fofinho em alguns casos, ok) roubam a cena dos galãs. Comentei com nossa editrix sobre a pauta do Jesse e olha com o que ela me aparece.

Michael Cera + Andy Samberg = Jesse Eisenberg.
Mark Ruffalo (De Repente 30 e Ensaio Sobre a Cegueira) pode ser considerado o atual “líder do movimento” guy next door, que conta ainda com integrantes como Michael Cera (de Superbad e Arrested Developement) e Joseph Gordon-Levitt (de 10 Coisas que eu Odeio em Você, 500 Dias Com Ela e A Origem). Com sorte você encontra o guy next door no apartamento do lado, ou então em comédias românticas bem clichê, pequenos clássicos sobre a passagem da adolescência para a vida adulta, filmes cabeça e até ficção científica blockbuster.
O nosso guy next door da vez, Jesse Eisenberg, não sairá de pauta por alguns meses, pois protagoniza um dos candidatos a filme do ano para o público e a crítica, The Social Network, ou como muitos já dizem “o filme do Facebook”. Nele Eisenberg interpreta Mark Zuckerberg, o fundador do site, que além de criar a rede social mais popular do planeta conseguiu superar a fortuna de Steve Jobs em apenas cinco anos.
The Social Network é obra do mestre David Fincher (de Seven e Clube da Luta) com roteiro de Aaron Sorkin, que foi um dos responsáveis pela série The West Wing. O filme tem ainda nos papéis principais Andrew Garfield (o novoSpider-Man) e Justin Timberlake, que sim, leva jeito para a vida de ator (em Alpha Dog ele já deu uma boa palhinha). Líder das bilheterias americanas há duas semanas, The Social Network deve chegar em terras tupiniquins só em 3 de Dezembro, até lá acho que a galere já terá visto no conforto do lar.
Na onda do filme, Jesse Eisenberg é o último garoto da capa da Nylon Guys, no vídeo com o making of da revista acho que vocês captam melhor o conceito do guy next door.












