Parece que os peixes ganharam un novo habitat: pratos, cortinas, tapetes e vários elementinhos de décor e de moda. Eles agora fazem parte de móveis, roupas e acessórios. E nessa pegada natural, cheia de vida marinha, a espinha de peixe também vem com tudo, podendo parar até no seu cabelón: como a trança espinha de peixe usada pela Rihanna. Bom, né? Agora é só mistura com a farofa.
A busca por novas sensações é o que há. E para dar aquela mexida e enriquecer essas experiências, as cores estão exalando altíssimos níveis de saturação.
O efeito trend? Muita combinação de cores fortes.
Referência meio indígena, meio selvagem, meio uga-uga. As penas são a busca pelo cru.
Bem longe da tecnologia e em busca do natural. Aquela coisa bem primária, roots, que vai cair com leveza sobre o seu prato, grudar na sua parede e fincar na sua bolsa e na sua roupa.
A trend da vez não poderia brotar longe dessa onda botânica que rola por aí. E a inspiração do momento vem bem delícia, como um belo prato de “pasta ai funghi”. O gosto dos cogumelos, mushrooms, fungos, está nos objetos de decoração e roupas.
Partiu estampa cogumelismo?
Em tempos de, finalmente, recomeçar a temporada 2011 de F-1 (a primeira corrida foi cancelada porque seria realizada no Bahrein e tá o maior furdunço lá no Oriente Médio); a BMW lançou uma exposição com 17 carros que serviram como telas para diversos artistas.
Mas essas obras de arte pós-moderna linkadas com carros não surgiram de ontem pra hoje. O primeiro carro BMW foi pintado em 1975, por ideia do piloto francês Hervé Poulain. Ideia mega vanguarda – na época, é claro – onde carro aliava-se à arte. Daí, ele chamou seu renomado amigo artista Alexander Calder pra pincelar seu carro para uma corrida em Le Mans.
E o último modelo cheio de sensações gráficas foi pintado em 2010, por ninguém menos que o mestre do kitsch Jeff Koons.
Esse projeto de carros salpicados por cores brilhantes, interpretação que quase todos os artistas participantes fazem, é mantido pela marca há 35 anos e está sendo exibido até 30 de setembro de 2011 no Museu BMW em Munique.
Roy Lichtenstein (1977)
A.R. Penck (1991)
Andy Warhol (1979)
Uma história clássica é que Andy Warhol levou 23 minutos para pintar seu 1979 M1: “tentei retratar a sensação de velocidade. Quando um carro está indo muito rapidamente todas as linhas e as cores ficam um borrão.”
Vale conferir o vídeo do projeto aqui e ainda visitar o microsite BMW Art Car.
Ai, que vontade de sair rabiscando um BMW por aí, né? Não.
Fashionistas certamente se lambuzariam demais com um desses pirulitos em formato de logotipos de marcas famosas.
E os mais gulosos por marcas podem até escolher o pirulito da sua marca preferida: Chanel, Louis Vuitton, Dior, Gucci, YSL, Nike e ainda Apple, Mercedes-Benz, MTV e outras mais.
Mas se segura na cadeira, não adianta correr até à loja de doces. Para conhecer de verdade todos os pirulitos de grife, o livro Lolli-Pop tem todo o projeto do fotógrafo italiano que vive nos EUA, Massimo Gamma Curta. A idéia é mostrar o quanto as marcas são doces tanto para o paladar, como para os nossos olhos.
Já tô vendo o dia em que isso vai ser a pura verdade e não ia ser nada mal, né?
Os desfiles estão cada vez mais loucos. Tanto que às vezes, você pode ter achado que entrou na porta errada e foi parar em alguma bienal.
Além dos que parecem performances de bodyart, eles também podem ocupar um hotel inteiro, como fez a Target na semana passada, podem ter robôs pintando o vestido de uma modelo, como fez McQueen, podem ter uma casa gigante de bonecas como fizeram Viktor&Rolf. E por aí vai.
As modelos são cada vez mais performers e nessas novas do mercado elas estão tendo que se adaptar à essa loucura toda. Mas ter que ser campeã de apnéia pra divulgar uma coleção, essa é nova.
E foi em Seul. Um desfile na água acabou sendo uma das atrações da inauguração de uma loja de departamentos, que ficou bem bonito por sinal, já que as modelos usavam roupas coloridas em contraste com aquele fundão azul-piscina. De tradicional nesse desfile só as roupas, os hanbok, vestido da tradição sul coreana desenhados por Park Sul-Nyeo.
Para algumas pessoas, domingo não é domingo sem uma roupa pra lá de confortável. E, para quem gosta de conforto, o macacão é uma das peças que não pode faltar no guarda-roupa.
Muita gente ainda vê o macacão como roupa de criança ou roupa que pertence ao mundo do trabalho. Mas o que está acontecendo é que muitas marcas têm lançado o macacão em tecidos mais leves, se comparados com o tradicional macacão jeans, trazendo uma versão mais elegante para a peça.
Tanto os tecidos leves, como os modelos que acompanham a tendência atual nos trazem um macacão em versão mais chique, perfeito para aqueles finais de semana livres para passear, com conforto e sem deixar a elegância de lado.
Dá uma olhadinha aqui embaixo nos macacões das coleções primavera-verão 2010 de marcas européias:
Zara
Macacão estampado da Zara
Benetton
Macacão em denim leve da Benetton
Macacão pretinho básico da H&M
Criados por Nicolas Ghesquière Pierre Hardy, os sapatos da coleção outono/inverno 2010 da Balenciaga são super futuristas. Os saltos são feitos com blocos sobrepostos, em formatos geométricos que lembram o estilo arquitetônico art déco.
A sobreposição ou layering, que foi trazida para os sapatos e algumas peças do desfile em Paris da coleção outono/inverno 2010 da Balenciaga, é uma tendência forte na moda atual. É o fato de usar várias peças de roupa uma sobre a outra, mesmo que elas tenham a mesma função. Por exemplo: uma blusa de manga comprida com blusa de manga curta ou regata, uma blusa por baixo de um vestido, saia por cima de calça e milhares de outras permissões criativas que essa tendência pode dar.
Layering já foi o mote da campanha de primavera/verão 2010 da Balenciaga, onde a ideia de várias camadas estava presente nos anúncios de revista da marca.
A moda atual tá com uma “vontade de anos 80” e tem resgatado vários ícones da década dos ombros marcados. O cinema não pode faltar nesse mood e o estilista Brian Lichtenberg se inspirou em Gizmo, personagem do filme Gremlins, e transformou o monstrinho fofo e peludo em uma saia cheia de irreverência. As orelhas se transformam em bolsos e os olhos são feitos de cristais Swarovski. A saia tem outra característica “Gremlins”: se multiplica! Quando não está sendo vestida, pode ser usada na cabeça como uma máscara (oi!?!). Custa 2.100 dólares e pode ser comprada online aqui.






































































