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[30 Ago 2010 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 157 views]

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Ainda na ressaca do Emmy, os amantes das boas séries de televisão estão neste momento tentando se atualizar procurando o que foi perdido durante a temporada e o que ainda vale a pena ver. Devo dizer, entre os grandes vencedores ali – Mad Men, Breaking Bad, Modern Family – se não viu ainda, faz o favor ali né sebinho.

Só pra contrariar, eu resolvi ver outra coisa durante este período. Só não imaginava que eu fosse ver tudo tão rápido, de tão boa que é essa bagaça. A co-produção entre UK e USA “Monty Python – Almost The Truth” é um deleite do começo ao fim, seja pra quem é fã ou para quem conhece nada dos caras. Falando assim rapidinho, os Pythons foram provavelmente os caras mais revolucionários da comédia no século XX, deixando como legado uma série lendária na BBC e três filmes clássicos: “Em Busca do Cálice Sagrado”, “A Vida de Brian” e “O Sentido da Vida”. Sem esses caras, que quebraram tabus e viraram o conceito da sátira de cabeça para baixo, seria bem possível que o teu atual grupo favorito de humor nem existisse. Então seria uma boa pagar o devido tributo ao sexteto formado por John Cleese, Michael Palin, Graham Chapman, Eric Idle, Terry Jones e Terry Gilliam (ah, esse tu deve conhecer, NÉ SEU BOLHA?).

A minissérie de seis capiítulos de uma hora cada captura toda a jornada dos Pythons desde o início nos grupo de teatro universitário na Inglaterra até o estrelato e a sua inevitável dissolução, até mais um pouquinho. Tudo isso é documentado com uma produção impecável e um enfoque irreverente (nada é sagrado, nem um pouco poupado, extamente como o espírito Python exige), com depoimentos de todos os integrantes do grupo, até entrevistas de arquivo inéditas com o finado Graham Chapman, que morreu de câncer em 89 e ganhou um afetuoso discurso de despedida por seu parceiro e amigo John Cleese: “Já vai tarde, seu aproveitador de merda!”. SÉRIO, ELE DISSE ISSO NO FUNERAL DO CARA!

Alguns depoimentos são demolidores, desmistificando a instituição Monty Python 40 anos depois de sua primeira exibição. A cereja no topo do bolo são as entrevistas com uma porrada de comediantes, desde os mais clássicos como Dudley Moore e Dan Aykroyd até mais recentes como Russell Brand, Simon Pegg e Steve Coogan, todos ressaltando a importância do grupo.

Sinceramente, nunca me diverti tanto vendo um documentário. Para saber mais sobre a origem de muitas coisas sobre a comédia contemporânea e rir pencas durante este processo, sugiro fortemente que você arranje um jeito de assistir “Monty Python – Almost The Truth”. Caso você seja fã dos caras, então, é absolutamente obrigatório. And now, for something completely different…

[30 Ago 2010 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 133 views]

600px-Klaxons-surfing-the-voidCorta pra 2007, quando os Klaxons se tornaram uma das bandas mais quentuxas do rock britânico, com o estouro de Myths Of The Near Future, um disco absurdamente dançante, porém de certa forma indigesto de se aceitar de uma forma assim convencional. O rock histérico, futurista, porém irresistível dos rapazes era de tudo, menos normal, mas ainda assim assustadoramente acessível. Difícil era saber o que os caras viriam a fazer depois. Tão difícil saber que ainda vamos ficar na fissura pra saber qual foi o tal disco “experimental demais” que a gravadora recusou, o que seria o segundo álbum.

Mas Surfing The Void – já eleita por mim como a melhor capa de 2010 – está rolando por aí e qual é a sensação? Olha, as opiniões estão divididas, o que é natural para um disco complicado de ouvir na sua primeira sentada. Não pelo fato de ser cabeçudo demais – o que ele não é, na real o som está ainda bem perto da sonoridade que fez a banda ser tão boa no seu primeiro álbum. No entanto, é um disco de extremos, um disco onde o fator pop virou SUPER ao ponto do desconfortável (“Venusia” é um exemplo brilhantemente perturbador).

Por outro lado, a esquizofrenia dos Klaxons, que parecia ter sido superada pelo Late Of The Pier (outro grupo brilhante) foi amplificado em direções furiosas. A faixa-título é um espetáculo do caos sonoro, assim como a espiralada “Cypherspeed”, o som que basicamente define a banda esteticamente. O single “Echoes” é explosivo, assim como “Flashover”, faixa que vazou uns meses atrás e foi devidamente documentada por aqui. Tem “Extra Astronomical” também, algo realmente psicopata, mas curiosamente válido para uma pista de dança.

O fato é que, contrariando as apostas – inclusive a minha – o Klaxons saiu vitorioso no teste do segundo disco. Surfing The Void, é a afinação e a confirmação do estilo da banda não apenas como o ritmo de um momento e sim como um força talentosa que pode fazer bem mais. Vai que a gravadora libera eles para fazerem o tal “disco experimental” na próxima vez e daí o bicho pega pra valer. Ai meu céu.

[27 Ago 2010 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 308 views]

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Hoje em dia, com o advento do Photoshop, artistas gráficos e fotógrafos tem a chance de pirar adoidadamente e levar a sua imaginação a pontos inacreditáveis. As possibilidades são infinitas, tendo o domínio da ferramenta e os plugins corretos, né Manolo?

Veínho, agora tenta fazer isso no braço, sem computador nenhum, ein?

Pois é, o Planet Oddity resgatou o trabalho do artista japonês Tsunehisa Kumura, que em 1979 criou a impressionante coleção de fotomontagens Visual Scandals, misturando paisagens naturais com elementos urbanos em suas montagens. Curte aí.

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[26 Ago 2010 | por Leandro Souza | 2 Comentários | 341 views]

rusty-wired-hoodieEi, você, HIPSTER, que anda para cima e para baixo com seus fones de ouvido estourando a SONZEIRA MAIS QUENTE do momento 24 horas por dia. Se o seu clima favorece o uso de um blusão, o famoso MOLETOM, aqui vai uma dica esperta.

A Rusty, uma marca muito malandra de streetwear, criou uma coleção de hoodies especiais com um par de earbuds (aqueles fones de ouvido muy buenos que vão LÁ DENTRO DO OUVIDO) já embutido. É a solução pra quem odeia ter que ficar guardando, se enrolando e, principalmente, ficar tirando nó dos seus fones.

Os fones ficam estrategicamente colocados na ponta das cordinhas de ajuste do capuz do hoodie e tem uma saída que pode ser conectada ao seu ipod ou seu vagabundo, porém barato e fiel mp3 player. E o melhor de tudo: o blusão pode ir pra máquina de lavar sem precisar tirar fio nenhum. Maravilha, ein? A coleção possui modelos em várias cores, que podem ser adquiridos nesta loja online.

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[25 Ago 2010 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 308 views]

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Reconheço que esta é uma pauta deveras inútil, mas para quem não conhece, é uma boa forma de conhecer algumas das falas mais célebres da história do cinema. O wookie Chewbacca é um clássico personagem da saga Star Wars, protagonizando diálogos inesquecíveis com Han Solo (ou melhor, HARRISON FORD).

Para homenagear esse senhor das linhas dignas de citação, o cartunista Doug Savage fez esta marota compilação de todas as falas de Chewie em Star Wars, no caso de algum superfã quiser decorá-las. Chewie é realmente o maior.

[23 Ago 2010 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 647 views]

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Ter talento para fazer belas esculturas não é nada novo, mas convenhamos, essa parada aqui é insana. O artista e carpinteiro americano Dalton Ghetti usa lápis em seu trabalho de esculpir, mas não da maneira que qualquer um de nós imaginaria. Ele faz suas esculturas NO PRÓPRIO GRAFITE dos lápis, criando obras de cair o queixo.

Segundo Ghetti, que faz essas pequenas maravilhas há cerca de 20 anos, tirou a inspiração da infância, quando esculpia o nome dos coleguinhas – QUE MEIGO – nos lápis dos amigos. Então, para se desafiar como artista, o fulano resolveu fazer essa COISA ABSURDA, usando apenas uma pequena navalha, faca e uma agulha de costura, sem porra nenhuma de lente de aumento. Tipo, sem noção. Confere aí.

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[20 Ago 2010 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 178 views]

Crazies_1-sheetmech_121509.inddGeorge A. Romero não é um mero diretor de filmes de terror. Durante toda a sua vida como cineasta, desde os anos 70, o americano se dedicou ao gênero, deixando para sempre alguns de seus maiores clássicos, como a famosa trilogia dos mortos – A Noite dos Mortos Vivos, Madrugada dos Mortos e O Dia Dos Mortos. Não demorou muito para que estes clássicos ganhassem dignas refilmagens, e o cineasta inclusive voltou para revisitar suas criações em longas como Terra dos Mortos.

Romero sempre foi um crítico do mal que povoa a alma do ser humano. Suas alegorias aparentemente absurdas envolvendo epidemias, zumbis e assassinos cruéis guardavam uma perturbadora proximidade com as atrocidades do mundo real. Traumatizada pela guerra do Vietnã e ondas de assassinos seriais, os EUA dos anos 70 viu na tela o seu pânico ser materializado por Romero e outros mestres como Wes Craven (Quadrilha de Sádicos) e Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica).

Depois da trilogia dos mortos, The Crazies é o filme mais cultuado de Romero, que está ganhando também a sua releitura, que chega aos cinemas. Como a maioria de seus roteiros, The Crazies um conto de terror encapsulando uma aterradora e SINCERA parábola sobre a intolerância humana, narrando a jornada dos habitantes de uma pequena cidade no interior dos EUA e a histeria coletiva que se instala a partir de uma epidemia de uma misteriosa doença onde todos viram maníacos assassinos, tipo uma RAIVA MASTER. É daí mesmo que sai o título do filme e português: A EPIDEMIA.

A nova versão do longa conta com a direção competente de Breck Eisner, que teve a manha de não querer atualizar demais o já enxuto roteiro de Romero. O filme, protagonizado por Timothy Olyphant e Radha Mitchell, não comete o pecado de querer ser mais do que é, um agoniante filme de terror que carrega consigo idéias que são mais agoniantes ainda. O longa não apresenta soluções fáceis, foge dos sustos óbvios e principalmente, carrega consigo o espírito de George A. Romero: A Epidemia é daqueles filmes que estraçalham teus nervos e ainda te fazem sentir recompensado depois de uma hora e meia. É um filme que te dá algo pra pensar, coisa que pouco filme de terror americano anda fazendo hoje em dia.

[19 Ago 2010 | por Leandro Souza | Um Comentário | 374 views]

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Pro galere que está em busca de um agito esperto na night de Porto Alegre neste sábado, fiquem ligados que rolam mais uma edição do Lounge Club, um projeto maroto da Casa Azul Hostel, um dos locais mais quentes da cidade baixa para turistas e os porto alegrenses nativos também.

Nesta edição do Lounge Club, o mote é um dos mais clássicos games de bebum EVER. A casa promoverá um Beer Pong Championship com direito a prêmios especiais para o delírio da massa. Para quem não conhece, o beer pong é um game tradicional de frat houses americanas, onde o objetivo é super simples: acertar a bolinha de ping pong dentro de uns quantos copos de bebida. Parece simples sim, mas agora, se é fácil? Daí melhor tu descobrir por ti mesmo, sebinho. Bon chance.

Quem for bom de pontaria tem direito a cortesias da festa, doses de vodka e um baldinho de energéticos pra dar um up. E falando em up, botando um som super bacanudo na festa, estarão os honoráveis DJs Babi Mattivy e Gabe Oliveira, animando o aquece da galera, que depois pode se mandar pra festa mais quente da noite, a Tranquera, ali na Casa do Lado, também na cidade baixa. Tudo pertinho.

A função rola a partir das 21 horas ali na Casa Azul hostel, na Lima e Silva, 912, na Cidade Baixa. Aproveite e vai treinando em casa, depois se inscreva no campeonato e mostre sua habilidade de bebum e faça o seu pré-festa em grande estilo.

[18 Ago 2010 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 277 views]

Já imaginou como seria se toda a nossa maravilhosa tecnologia online virasse um bagulho 8-bits totalmente roots? Um maluco norte americano com muito tempo sobrando, que assina sob o nome peepholecircus, resolveu nos dar uma idéia visual e sonora de como seria o youtube, caso nossas máquinas ainda possuíssem o poder gráfico de um DYNAVISION. Até o momento ele publicou apenas um curto vídeo usando essa bacana idéia, mas segundo a sua página no youtube, em breve teremos novidades. Aguardemos.

Veja aí abaixo como seria uma palhinha de vídeos clássicos como o Keyboard Cat e a inacreditável “Bed Intruder Song”, de Antoine Dodson, em gloriosos 8 bits. Enjoy!

[18 Ago 2010 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 222 views]

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Em 2010, Peanuts, a clássica criação do Sr. Charles M. Schultz, completa 60 anos, e nomes fodões da moda prestarão uma merecidíssima homenagem a esse ícone tão querido do loser sentimental incompreendido dentro de nós. Uma destas marcas é a francesa Lacoste, que vai botar na rua uma coleção de suas clássicas camisas pólo onde a turma de Snoopy e Charlie Brown interage com o inconfundível crocodilo símbolo da empresa.

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Segundo informações da Lacoste, a coleção infantil chega ao Brasil no final do ano. Agora, a má notícia: para o moleque dentro de nós, já crescidinhos, o lance vai ser embaçado: a coleção adulta será vendida exclusivamente em NYC, Los Angeles, Paris, Londres, Milão, Seul, Hong Kong, Shanghai, Tokyo, Osaka e on line na ZOZO Villa. Pois é, ninguém disse que iria ser fácil.