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[14 dez 2011 | por Leandro Souza | Um Comentário | 291 views]

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Já estamos em dezembro e na minha humilde opinião, o melhor disco de 2011 está por aí desde junho, e NADA CONSEGUIU SUPERAR. O eletrizante álbum conceitual/ópera rock David Comes to Life, dos punks canadenses do Fucked Up, é um espetáculo de ferver o sangue, de fazer o neguinho ficar com as pernas descontroladas debaixo da mesa do trabalho de tão empolgante que é.

Responsável também por um show ACACHAPANTE – eu sei porque EU VI – o sexteto de Toronto teve um ano movimentado. Com o lançamento do disco, a banda lançou videoclipes brilhantes, fez turnê com os Foo Fighters e lançou um disco promocional extra, David’s Town, com músicas complementares à história do álbum oficial.

Agora para comemorar o fim de ano, a banda aparece com novos lançamentos. A banda vai liberar nos próximos dias um split com a banda Sloan, onde fará uma rendição toda particular do clássico natalino “Jingle Bells”. Além disso, está na rua o terceiro single e mais um belo videoclipe vindo do último disco do grupo. “Turn The Season” é a quarta faixa de David Comes To Life e é da mais fina qualidade, como sempre, alinhando a raiva punk com timbres cristalinos de guitarra, backing vocals ultra melódicos e uma melodia altamente grudenta. Impossível resistir.

Ouve aí e injete um pouco de fúria que faz bem. Depois, se ainda não fez essa preza, baixe David Comes To Life e conheça o melhor disco feito em 2011.

E ah, se alguém vier falar das melhores músicas do ano e não citar essa aqui abaixo, descredite completamente esta pessoa.

[13 dez 2011 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 365 views]

Sei que a diretoria do Mycool meio que me orientou a ficar focado mais nos assuntos musicais e afins, mas devo dizer que não consegui resistir. Quando isso caiu na minha tela, fiquei uns vinte minutos com um sorriso bobo no rosto e fiz questão de dividir isso com o máximo possível de pessoas.

Dogs In Cars é um projeto pessoal do artista Keith Hopkin, que pegou sua câmera de alta definição, acoplou no retrovisor do carro, e registrou estas incríveis reações deste que é um dos momentos chaves da vida de um cão: ANDAR DE CARRO E COLOCAR SEU FOCINHO AO VENTO. Ao som da fofíssima banda The Pains Of Being Pure At Heart (viu, tem música!), temos um vídeo ainda mais fofo. Então confira ae e tente evitar o OOOOOOOOOOOOOOUNNNNNNNNNNN se for capaz.

Dogs in Cars from keith on Vimeo.

[13 dez 2011 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 195 views]

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Caso você freqüente as festa de fim de ano da firma, ou foi no churrasco do amigo secreto do time de futsal, aniversário daquele teu tio magal, já deve ter ouvido o tal do sucesso “Danza Kuduro”, de um cara chamado Don Omar, que provavelmente vai assolar o nosso verão como um maldito tsunami. Eu já não agüento mais ouvir isso, por mais eu dance feito um condenado quando toca.

O fato é que o Kuduro, o ritmo dançante IN do momento, é de fato MUITO LEGAL. Esse ritmo originário de Angola, usa batidas secas, sintetizadores econômicos porém bombásticos, vocais de rap e graves estremecedores. Na real, é consideravelmente diferente – e bem mais legal – do tal Kuduro que está nas paradas, que mais parece um dance da JOVEM PAN em cima duma batida perdida de Kuduro.

Um dos grandes nomes do gênero, do TRUE KUDURO, é o coletivo português/angolano Buraka Som Sistema, que há pouco lançou seu ambicioso segundo LP oficial, Komba. Depois do moderado sucesso do álbum Black Diamond (que contém a absolutamente AVASSALADORA faixa “Kalemba”), o trio central do Buraka novamente juntou os comparsas e voltou com 13 faixas inéditas, e um punhado de tirambaços nas ancas.

Juntando batidas completamente esquizofrênicas (inclusive agregando elementos de drum n’bass e grime), aqueles vocais em português engraçado (e algumas em inglês também) e toques legitimamente africanos, Komba guarda alguns convites irrecusáveis para perder a linha no dancefloor, como as brilhantes “Voodoo Love”, “Eskeleto” e a faixa título. É só conferir e praticar aquele passinho que parece que o neguinho não tem osso no corpo como se não tivesse amanhã.

Buraka Som Sistema feat. Kaysha – Komba

[12 dez 2011 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 189 views]

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Pois bem, já é segunda-feira e você já tá se sentindo puto da cara com o mundo, querendo se enfiar no quarto pra fugir de tudo, entrar num mundo mágico onde tudo é lindo, xis e sorvete não engordam e porquinhos de pelúcia vem dançar com você? Desculpe, gents, mas isso não é possível. A vida é dura.

Entretanto, te apresento uma alternativa bem próxima. Coloque The Year Of Hibernation, do Youth Lagoon no Ipod (recomendo fortemente a audição deste album com fones de ouvido), e viaje num dos discos mais belos de dream pop a aparecer em um bom tempo. Youth Lagoon é o nome do projeto caseiro do multinstrumentista americano Trevor Powers, que neste seu disco de estréia, cunhou oito canções finíssimas, capazes de transportar o ouvinte para dimensões sublimes. Confere “Cannons” aí abaixo:

Cannons by Youth Lagoon

The Year Of Hibernation dura pouco mais do que 35 minutos, mas é de deixar um sorriso rasgado no galere. Com sua mistura de ecos longínquos, teclados acalentadores, pianinhos e bases eletrônicas bem na maciota, Powers criou um disco de rara beleza, contemplativo e emocionante mas também deliciosamente pop. Para fechar os olhos e comemorar que tudo está ótimo MEJMO – ou fingir que está, nem que seja por meia hora.

Ah, ouça Montana e tente não querer EXPLODIR EM CHAMAS.

Youth Lagoon – Montana from Tyler T Williams on Vimeo.

Dura pouco mais do que 35 minutos, mas é de deixar um sorriso rasgado no galere. Com sua mistura de ecos longínquos, teclados acalentadores, pianinhos e bases eletrônicas bem na maciota, Powers criou um disco de rara beleza, contemplativo e emocionante mas também deliciosamente pop. Para fechar os olhos e comemorar que tudo está ótimo MEJMO – ou fingir que está, nem que seja por meia hora.

Ah, ouça Montana e tente não querer EXPLODIR EM CHAMAS.

[9 dez 2011 | por Leandro Souza | 2 Comentários | 210 views]

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É simples: Drive é um dos melhores filmes de 2011. O novo longa de Nicolas Winding Refn, cuja pedra eu já cantei em uma das edições do zine do mycool quando o diretor lançou o espetacular Bronson, arrancou elogios da crítica (Refn inclusive levou a Palma de Ouro de melhor diretor), suspiros das moçoilas com a presença mezzo galã, mezzo indie-freak Ryan Gosling e, what the hell, arrancou urros de excitação de mim, com sua mistura explosiva de carros, ultraviolência, roupas estilosas, música, romance, tragédia, tudo encapsulado em um clima oitentista dreamy totalmente inesperado para um filme atual. Algo realmente muito foda para caralho MESMO.

O longa é conduzido por um fiapo de história – Gosling é um piloto dublê que também é o bam-bam-bam serviços de motorista para criminosos que se envolve com uma jovem mãe de família (Carey Mulligan), e daí ELES VÃO APRONTAR UMA GRANDE CONFUSÃO. À parte da brincadeira, é importante dizer que Drive é um exercício em economia, por mais que sua premissa tenha a cara de um quase Velozes e Furiosos. Na verdade é o oposto disso tudo, que remete aos durões, porém introspectivos heróis masculinos dos anos 70, como Clint Eastwood, Steve McQueen e Lee Marvin. Todo gesto sutil, todo breve diálogo tem um signficado gigantesco. Não é tanto pelo que o espectador entende e sim o que se SENTE. Digamos que o filme opera num nível SUBCUTÂNEO, e quando irrompe em momentos mastodônticos, é como se o peso do mundo caísse sobre sua cabeça. E daí véio, é feia a pegada.

Boa parte do peso de Drive vem de sua trilha sonora sublime. Compostos por Cliff Martinez, os temas da película são peças de synthpop e ambient que fazem uma cama perfeita pro clima etéreo e quase sonho do longa de Refn, rendendo momentos da mais absoluta poesia em movimento (tem uma cena em particular em que o encantamento se torna o mais puro HORROR em questão de segundos). Mas o que rouba ainda mais a cena são seus temas principais: “Nightcall”, do francês Kavinsky, produzido por Guy Manuel de Homem-Christo (um dos Daft Punks), abre o filme com um suave COICE NOS OLHOS, com vocais da nossa brazuquíssima Lovefoxxx.

Kavinsky Ft. Lovefoxxx – Nightcall

Outro destaque é “A Real Hero”, do College, que dá um nó na garganta deste que voz escreve toda vez. TODA SANTA VEZ.

College Ft. Electric Youth – A Real Hero

É uma vergonha que este filme – que lá na gringa já estreou há meses – só deve chegar às telas brazucas em janeiro, mas já rolam cópias do filme na rede – na real é um corte preliminar do filme, levemente diferente da versão dos cinemas, mas não deixa de ser brilhante, com uma trilha sonora não-original de Angelo Badalamenti, um dos caras mais fodões das soundtracks oitentistas. Oficial ou não oficial, corra atrás deste filme, que já está se tornando o grande Cult movie de 2011, se é que já não virou. Só mesmo o nosso país pra ser atrasildo. BRASIL-SIL-SIL!

E abaixo, também do filme, uma bônus track, do genial Riz Ortolani, da cena de Drive que me assombra até agora:

Riz Ortolani Ft. Katrina Ranieri – Oh My Love

[8 dez 2011 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 202 views]

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…de chocolate o amor é feito!

Já imaginou um lugar onde, tudo, tudo, tudo fosse feito do mais maravilhoso chocolate. Desde o bonequinho mais pequeno, à escultura e estrutura mais grande, tudo em chocolate. Já pensou nisso, seu guloso? Já pensou nisso, sua chocólatra?

Pois bem, pare de sonhar e vá para Pequim. Aberto em 2010, o World Chocolate Wonderland é o primeiro parque temático de chocolate do mundo. São cerca de 20 mil metros quadrados de deleite GORDO, com as formas e esculturas mais inacreditáveis, tudo recheado, caramelizado, com flocos crocantes, coberto com o delicioso chocolate Nestlé. Na real, nem sei que marca é, nem sei se tem recheio ou qualquer outra coisa, mas sim, é tudo de chocolate.

Entre as atrações mais acachapantes deste desbunde repleto de glicose está uma reprodução da Grande Muralha da China de 12 metros de puro chocolate e mais uma porrada de coisas, que só vendo para crer – ou dando uma bela bocada, caso isso fosse permitido. Tem uma BMW EM TAMANHO REAL, tem os soldados de Terracota (PQP) também em tamanho real, e para você, amiga fashionista, tem bolsa da Louis Vuitton em versão chocolícia. Praticamente uma torrente de glórias cocoa style. Confere as fotos ae e lembre-se, de chocolate, choc, choc, chocolate batem os nossos corações!

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via.

[7 dez 2011 | por Leandro Souza | Nenhum Comentário | 207 views]

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A Síndrome de Marfan é uma desordem do tecido conjuntivo, cujas pessoas com esta doença possuem braços e pernas anormalmente longos, são extremamente altas e podem sofrer de diversas outras disfunções decorrentes destes sintomas. Como surdez e burrice não está entre esses problemas, esta MOLÉSHTIA não impede em nada destas pessoas em serem fodonas na música ou em outros ramos. Notórios pwners da história do homem foram portadores da síndrome: Abraham Lincoln e Osama Bin Laden são dois exemplos bem poderosos. No quesito musical, o compositor Sergei Rachmaninoff, o violinista NINJA Nicola Paganini e o mestre Joey Ramone são alguns dos expoentes.

Bradford Cox tem Sindrome de Marfan. E ele é o Atlas Sound, alcunha pela qual lançou um dos melhores discos de 2011, Parallax.

Parallax é o terceiro disco deste projeto solo do cara, que ele coordena em paralelo com sua banda “oficial”, a sensacional Deerhunter (se não conheces, faz aquele favor ae, visse?). No Atlas Sound, todos os discos seguem uma regra bem simples: as composições possuem um método stream-of-consciouness de criação, o que dá um clima muito mais fluido e DREAMY aos trabalhos. Neste álbum, Cox expande o universo já abrangente criado nos dois discos anteriores, o maravilhosamente desconcertante Let the Blind Lead Those Who Can See but Cannot Feel, e o bem mais controlado e palatável Logos.

Em Parallax, ele continua nesta verve menos febril, porém nem um pouco menos psicodélica. Em um disco composto basicamente por baladas, faixas como “Amplifiers” e “Modern Aquatic Nightsongs” passam uma sensação de estar bem de boa, numa noite quente à beira de uma piscina, saboreando uma ceva gelada. “Mona Lisa”, com sua explosão melódica a la sixties, é a única canção do disco que chega perto do que Cox faz no Deerhunter, o que não tira nem um pouco do brilho do álbum. A faixa de encerramento, “Lightsworks”, é de arrancar arrepios do mais gélido dos viventes.

Essa sofisticação, com muitos violões, pianos, percussão suave, efeitos viajandões certeiros e vocais ultramelódicos, faz de Parallax uma audição redondinha, um prazer sonoro do início ao fim, que todos vocês que babam pelos discos do Girls cairiam de joelhos caso não fossem tão bitolados. Recomendadíssimo para ser trilha sonora enquanto se aguarda o nascer do sol na beira da praia.

E o Marfan?

[8 fev 2011 | por Leandro Souza | 9 Comentários | 556 views]

strokes2011
Quem ainda se interessa mesmo em Strokes? Nossa, não imaginava que ainda tivesse tanta gente…

Pois bem, amanhã então é o dia de ficar louquinho, já que o novo single do quinteto novaiorquino cairá na rede, mais precisamente no site da banda, onde estará liberada para o download durante 48 horas. “Under Cover Of Darkness” é a primeira mostra do novo álbum, “Angles”, que sai no final de março.

Mas enfim, caso você já sabe isso faz tempo (quer dizer, DESDE ONTEM), e já ouviu os trinta segundos de música já liberados para os mais afobadinhos, já deve ter reparado que a nova musiquinha é bem fraquinha. Claro que 30 segundos de uma música não serve como parâmetro de qualidade. No entanto, o ultimo disco da banda e o cada vez mais evidente saco cheio que nós estamos todos destas bandas aí serve como um irrefutável indício que amanhã será um belo FAIL DAY para Casablancas e sua turma.

Tomara que eu esteja certo. E enquanto isso curtam um som mais de respeito.

[22 nov 2010 | por Leandro Souza | 2 Comentários | 560 views]

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Que electro o caralho. Nada me tira da cabeça que o Passion Pit é na uma tremenda duma BANDA DE ROCK que acontece de ter uns nerds apertadores de botão em vez de guitar heroes. Pensa um bando de nerds ensandecidos com synths acachapantes no lugar de cabeludos esmirilhando as guitarras. A circunstância pode mudar, mas o efeito é totalmente rock and roll.

Mesmo começando na manha com I’ve Got Your Number, o quinteto já botou todo mundo pra dançar e se esgoelar com seus refrões matadores. Em seguida então, quando Make Light entrou rasgando, daí o bicho pegou, e o Passion Pit deu a primeira mostra de seu poder monstruoso ao vivo. Falando em goela, o vocalista Michael Angelakos, ao contrário de outras enganações (Empire of the Sun, oie), ele alcança TODAS AS NOTAS vocais nas canções. Absolutamente impressionante. Sem contar que o cara conquistou a platéia na simpatia também, agradecendo ao público que ficou no palco indie quando a grande maioria foi ver o Phoenix no outro palco. Os outros integrantes da banda não deixavam por menos, empolgando a platéia, se entregando em cada canção, mostrando que estavam se divertindo tanto quanto o público.

Alternando momentos altamente feelings como Moth’s Wings e Let Your Love Grow Tall com outros dançantes pra dedéu (The Reeling), o quinteto de Boston foi responsável pelo segundo maior deleite sonoro do festival, na minha opinião (só perdeu pro Pavement). E ah, a finaleira ÉPICA com Little Secrets e Sleepyhead eu nem preciso comentar, né? Mas, DEUS DO CÉU, aquele arranjo MARKY-MARK-NINETIES-SNAP-I-GOT-THE-POWER-OOH-AH pra Better Things foi um DESACATO DANÇANTE MASTER. Pra fazer justiça, só se todo mundo ficasse pelado e dançasse como se não tivesse amanhã. COISA LINDA.

[22 nov 2010 | por Leandro Souza | Um Comentário | 410 views]

Enquanto 80% do público do festival estava acompanhando o show de um careca metido a CHILIQUENTA BRABINHA, outros 10% levando facadas no rim pra comprar uma singela refeição (caro pra cacete), um público guerreiro se posicionava pra acompanhar o segredo mais bem guardado do festival: Gregg Gillis, a entidade das colagens sonoras/mashups conhecida como Girl Talk.

Munido apenas de dois laptops e MUITA ENERGIA, ele subiu ao palco do Planeta Terra determinado a TOCAR O TERROR. DE GERAL. Não demorou muito para que o empilhamento vertiginoso de samples e beats começasse a empolgar o povão. Gillis virou e revirou seus mixes dos discos, encaixando combinações inéditas com destreza cirúrgica (teve um Fugazi com Puff Daddy lá que eu ME ABRI TODO), e conclamando o povo a se acabar dançando, usando canções como Say It Ain’t So, do Weezer, Paradise City, do Guns N’ Roses, e Since U Been Gone, de Kelly Clarkson, com efeitos absolutamente apoteóticos. Hard Rock, Punk, Indie, Pop, Hip Hop, não escapou nada. Eu poderia ficar horas citando a quantidade de combinações incríveis de samples, mas melhor deixar assim.
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Agora o porém. Por mais que o som do cara seja algo genial e exale o cheiro de FESTA por todos os poros, alguns fatores comprometeram o AIMEUDEUS de forma geral. Primeiro, uma festa assim tem que ser com todo mundo junto reunido, não com uma grade fudidona de separação (tudo bem que teve o povinho VIP descolê que subiu no palco fazendo cara de quem gosta, mas não basta). Mesmo assim, pontos para os assistentes de palco que foram pro meio da galera mandando as chuvas de papel higiênico, água e balões pro povo enlouquecer. Não teve como não curtir. Mas acho que o segundo foi o mais decisivo: à 1h40 da manhã, hora que começou o show, todo mundo já tava terrivelmente ESGUALEPADO (leia-se CANSADO), e daí complica. No entanto, o sujeito tá de parabéns, e aguardo revê-lo em breve, em um lugar mais bacana e em condições físicas melhores.

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