E ainda tem um Flickr do projeto com a galeria de fotos de todo mundo que participou.
Se você é um cidadão brasileiro (or not) que, por estar trabalhando, não consegue acompanhar todos os jogos da Copa do Mundo, não pode consumir a banda não-tão-larga da firma e fica só de olho nos tags do twitter, o amigo Guardian pensou em você.
No dia 11 de junho eles lançaram o World Cup 2010 Twitter replay, uma espécie de infográfico multimídia superbem organizado e programado de acordo com os jogos que já aconteceram e que ainda estão por vir.
Você clica na partida e aparece uma nuvem de tags animada, que vai oscilando conforme a timeline do jogo.
É bonito de ver a quase literal explosão de tags quando fazem um gol…
Se em época de Copa somos bombardeados com uma overdose de notícias imbecis e catastróficas analogias jornalísticas, ao ponto de vista do design + jornalismo o Guardian mandou bem.
Se tem uma coisa que designer gosta de inventar é cadeira. Bem, mas isso é fato notório. Arriscaria dizer, então, que a segunda criação mais vista entre a classe são as luminárias.
Fetiches pessoais a parte, a criação do momento que mais se fala na web é a Jelly Lamp, desenvolvida pelos designers italianos Laura Menichelli e Gianluca Ruocco Guadagno, do Studio Semiki.
O projeto consiste em uma experimentação entre materiais, cores, formas e luzes. A Jelly Lamp nasce da união entre o a transparência do gel colorido e fontes alternativas de luz (o famigerado LED de alto brilho), dando vida a uma luminária com um estilo único e as formas mais inesperadas.
Ela é tão versátil que pode ser utilizada para dar uma atmosfera mais relax na sala, no hall, no banheiro e, é claro, dar aquele climinha confortável e intimista no seu quarto.
Não entendeu muito bem como funciona?
A delícia custa 35 euros no próprio site. Eles ressaltam que, por mais que seja uma peça de design, cada uma delas é feita à mão sob encomenda. Pra se sentir especial, né mesmo?
Pra ti ver. Depois de mostrarmos as fofíssimas bijus criadas a partir do temática de DJs, olha só a novíssima marca italiana Rocket, que se dedica a desenhar um mobiliário com estética bem peculiar.
Para essa última linha, ela elaborou uma coleção todinha baseada na temática musical. A prateleira de fita K7 e a porta garrafas que simula botões são geniais!
Diga-se de passagem que o tema foi muito bem explorado, além de serem lindos, os objetos tem uma super utilidade e dão um diferencial todo estiloso pro ambiente.
Agora imagina que demais seria um estúdio de gravação + bar decorado todinho nessa temática com esse mobiliário? Alguém me banca que abro o empreendimento!
Via.
Depois de passar 30 dias embonecando o cabelo, a dica delicinha de hoje é o Bando, uma loja online criada por Jen e Jamie, duas estilistas de Los Angles que fazem adereços de cabelo com penas, pedras, tule, tudibonito. São tantas opções que o site possui até uma linha para noivas, super bom gosto e nada clichê ou cafona – como todas as peças do site. Fora isso, os modelos são lindos e parecem ter um acabamento impecável.

Que esse tipo de acessório está se tornando cada vez mais popular, todo mundo já sabe. Mas continua sendo uma ótima maneira de dar aquele plus no look, até mesmo vestindo um jeans básico e camiseta branca.
Dica da Karla.
A arte realmente não tem limites. Ao invés de colecionar quadros e esculturas caríssimas, Mark McCloud resolveu se tornar notável mecenas da arte em ÁCIDO, tanto que atualmente é conhecido como a pessoa com o maior acervo legal do mundo. Com mais de 33 mil folhas do tóxico, ele nominou carinhosamente sua modesta coleção caseira de “Instituto de Imagens Ilegais”.
Além de colecionador, Mark fez, por muitos anos, a arte de algumas lâminas, mas hoje ganha uma graninha vendendo cópias das imagens em seu site.
É legal ver que essas imagens criam toda uma lenda pra droga, além de terem um estilo bem própiro e parecerem muito com pop arte (porque será?).
Via.
Se o hábito da costura não é muito frequente pra você, quero ver se apenas a sua vó ficará toda faceira com essa.
O projeto Leitfaden das designers alemãs Monika Jakubek e Anna Muller é super simples, mas tem um resultado genial.
Uma máquina de costura que possui um sensor acoplado no topo. Por meio dele, a cor do tecido é captada e ele é tingido com a tinta CMYK que tá guardadinha ali na base.
Isso acaba definitivamente com a dor de cabeça de fazer absurdos de enjambrações e ficar catando uma linha menos pior pra fazer os pequenos ajustes nas roupas.
Atualmente é apenas um projeto acadêmico das garotas, mas é um belo exemplo de projeto conceitual que seria super útil na realidade.
Alguém produz!? Eu compro!
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Lançada recentemente no Brasil, a revista de música Billboard chega às bancas com uma campanha das muito legals. Criado pela AlmapBBDO, o conjunto de 5 pôsteres explora o conceito “Música. Entenda do que é feita” e mostra o rosto de 5 ícones musicais compostos por pequenas faces de suas respectivas influências.
Criada pelo diretor de arte Marcos Medeiros e o redator André Kassu, a campanha foi o resultado de pesquisas de cada artista e imagens de suas referências durante uns 6 meses. Até um software especial foi criado pelo ilustrador Marcos Kotlhar para compor de maneira correta os rostos na página.
Para uma Amy Winehouse um pouco de Sarah Vaughan, misturada ao swing de Marvin Gaye, ao poder de Billie Holiday e pitadas de Sid Vicious.
Legenda: Ciano= Sarah Vaughan, Magenta=Marvin Gaye, Yellow=Billie Holiday, blacK=Sid Vicious
Legenda: Ciano=Madonna, Magenta=Queen, Yellow=David Bowie, blacK=Cyndi Lauper
Legenda: Ciano=Bob Dylan, Magenta=David Bowie, Yellow=Lou Reed, blacK=MadreTeresa (eu ri)
Parece que vai rolar ainda anúncios com Britney Spears, Beyoncé e Aerosmith, entre outros.
E aí, vai arriscar uma receita infalível?
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Foram 2 dias, 8 palestrantes, um pouco de calor + aperto e alguns Redbulls pra conseguir aguentar a maratona.
A primeira edição do Pixel Show que aconteceu em Porto Alegre nesse final de semana moveu muita gente até a Usina do Gasômetro não só pro “domingo com chimarrão”, mas também pra conhecer o trabalho de designers, como do colombiano Jorge Restrepo e do gaúcho já hypado Rafael Grampá.
Restrepo se auto denomina um incansável colecionador. Com uma bela apresentação, deixou claro que não caiu ali de pára quedas e mostrou um trabalho muito conciso com um ar vintage (ele curte uma colagem na mão mesmo) e um equilíbrio super interessante entre a saturação de elementros e a limpeza, além do belo uso da tipografia.
Já Grampá mostrou que passou pelo o que muitos jovens designers sofrem: a crise de falta ou encontro da identidade. Não desistiu na primeira, tentou – quase – tudo, teve coragem pra jogar uma pseudo carreira pro ar e acabou voltando pro que sempre achou legal: os quadrinhos. Eu não tenho cacife pra falar de quadrinhos, mas reconheço que ele tem um puta trabalho, um estilo bem consolidado e foi, junto ao Restrepo, um dos melhores palestrantes no evento.
O mycool também esteve presente fazendo um som irado no lounge e distribuindo o zine loucamente entre o pessoal com fome de cultura, assim como postais e até flyers da próxima decaDANCE.
Legal foi ver tanta gente aqui da província interessada em design, mesmo que talvez tenha se falado pouco de design e mais de ilustração e street art. Ano que vem graças ao bom deus Zupi tem mais…e quem sabe ainda melhor!







































