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[13 abr 2010 | por shuna | 3 Comentários | 725 views]

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Foram 2 dias, 8 palestrantes, um pouco de calor + aperto e alguns Redbulls pra conseguir aguentar a maratona.

A primeira edição do Pixel Show que aconteceu em Porto Alegre nesse final de semana moveu muita gente até a Usina do Gasômetro não só pro “domingo com chimarrão”, mas também pra conhecer o trabalho de designers, como do colombiano Jorge Restrepo e do gaúcho já hypado Rafael Grampá.

Restrepo se auto denomina um incansável colecionador. Com uma bela apresentação, deixou claro que não caiu ali de pára quedas e mostrou um trabalho muito conciso com um ar vintage (ele curte uma colagem na mão mesmo) e um equilíbrio super interessante entre a saturação de elementros e a limpeza, além do belo uso da tipografia.

Grampá mostrou que passou pelo o que muitos jovens designers sofrem: a crise de falta ou encontro da identidade. Não desistiu na primeira, tentou – quase –  tudo, teve coragem pra jogar uma pseudo carreira pro ar e acabou voltando pro que sempre achou legal: os quadrinhos. Eu não tenho cacife pra falar de quadrinhos, mas reconheço que ele tem um puta trabalho, um estilo bem consolidado e foi, junto ao Restrepo, um dos melhores palestrantes no evento.

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O mycool também esteve presente fazendo um som irado no lounge e distribuindo o zine loucamente entre o pessoal com fome de cultura, assim como postais e até flyers da próxima decaDANCE.

Legal foi ver tanta gente aqui da província interessada em design, mesmo que talvez tenha se falado pouco de design e mais de ilustração e street art. Ano que vem graças ao bom deus Zupi tem mais…e quem sabe ainda melhor!

[24 mar 2010 | por shuna | 4 Comentários | 1.164 views]
Quase todo mundo que curte um design diferenciado de embalagem nutre um fetichezinho pelos lindos e inusitados frascos de perfumes. Daí há pouco tempo comecei a reparar que as garrafas de bebidas alcoólicas tinham algo muito semelhante com tais produtos: quase sempre de vidro, possuindo um líquido muito especial no seu interior. Só que nunca entendi muito bem porque as suas embalagens não são tão trabalhadas e bem pensadas conceitualmente quanto os perfumes. Foi então que me deparei com essa delicinha cremosa…
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Produzida pela EZ Protocols, a “Kabbalah vodka – with Christian infants” é muito mais do que um corpinho bonito.
Seu design foi baseado em uma antiga lenda de que sangue de crianças cristãs costumava ser utilizado em ritos judaicos. Na internet isso já rendeu bafafá, porque falaram que o símbolo da marca – a estrela de ponta cabeça – remete ao satanismo e que a criança é parecida com o primeiro ministro russo, Vladimir Putin.
O lançamento inicial foi de 10 garrafas e são verdadeiros itens de colecionador, pois, além de um aroma diferenciado, cada uma delas tem uma criancinha diferente no interior. Segundo o fabricante, a forma do bebê interno é feito à mão e a variedade de formato das crianças é quase infinita, pois não se repetem mais que três vezes (o que, em termos de produção….socorro!).
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Não encontrei nenhum link de venda pela internet, parece que por enquanto é fornecida somente para um público escolhido a dedo, e está valendo fortunas em sites clandestinos de leilão.
Discussões religiosas e ideológicas à parte, é uma bela sacada de design. O produto prova mesmo que é muito mais que um corpinho bonito: tem um puta conteúdo (salivando).
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Putin, seu safaaado.
[16 mar 2010 | por shuna | 3 Comentários | 772 views]

Pelo jeito os designers Fabian Nehne e Martin Meier não faltaram a nenhuma aula de Teoria da Cor. Atualmente eles trabalham como designer sênior da Deutsche Telekom e da IDEA Munique, respectivamente. Mesmo tendo esse invejável cargo,  eles não se deram por vencidos e criaram a luminária “mischlichtRGB”, uma tradução literal do mistura das cores luz (Red, Green, Blue).

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Repare no detalhe das hastes que prendem ao teto: cada uma delas tem a cor respectiva a que aparece na luminária em si.
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Num primeiro momento pode-se achar que se trata apenas de um projeto conceito que não funcionaria na realidade, mas eles conseguiram provar o contrário. É um objeto de desejo para casa de qualquer um de nós, não? Ideias super simples que dão um lindo resultado.

Vi no Daily Tonic.

[19 fev 2010 | por shuna | Nenhum Comentário | 960 views]

E se você é um daqueles que se deslumbra com as obras de Escher ou com os efeitinhos 3D em fotos, que tal essa escultura de Neil Dawson chamada Horizons?

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Atualmente está localizada na Nova Zelândia e é de propriedade privada de Alan Gibbs, um empresário rico, patrocinador de arte, poderoso, lindo, loiro e tô inventando.
Pode parecer um efeitinho fake de Photoshop ou uma cena de Uma Cilada para Roger Rabbit, mas ela é feita de aço soldado e tem medidas grandiosas: 15m de altura por 36m de largura.
Ai uma dessas ilusões no meu jardim…

Quote: Se você não consegue ver a ilusão de ótica, pode estar pegando uma esquizofrenia ein!

vi no The Grip.

[2 fev 2010 | por shuna | 2 Comentários | 645 views]
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Se você ouviu o último cd do Vampire Weekend e não entendeu nada daquele Chiclete com Banana meets Indie meets Dança do Vampiro na ponte áerea NYC-África, pode conferir agora o vocalista Ezra Koenig fazendo essa colaboração na faixa Warm Heart of Africa do The Very Best. O som é bem delicinha e a dança super sem jeito do Ezra é impagável.

Alilás, o cd homônimo conta também com a participação da M.I.A. Acho que tá valendo uma conferida…
[29 jan 2010 | por shuna | Nenhum Comentário | 2.384 views]

Cores: nós vemos, nós usamos, nós sentimos, nós vivemos. Elas estão diariamente presentes nas nossas vidas, e possuem um poder inexplicável de transformação. Todo mundo consegue descrever uma grande paleta de vermelhos, azuis e amarelos, suas variações e combinações. No entanto, existem aquelas cores que dão um gostinho estranho, rola um “não é bem isso nem bem aquilo”. Se Flicts não achava seu lugar no mundo, agora já pode ficar tranquilo. O site Top Tenz listou as 10 cores mais estranhas – ou mais sem nome – ever, ó:

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Em latim a expressão significa “cabeça morta”. A cor é uma variação de cores púrpuras e acastanhadas. Reza a lenda que a cor foi amplamente utilizada quando os artistas pintavam pessoas importantes ou figuras religiosas.
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O nome dessa cor “verde acizentada” vem da planta conhecida como Philodendron.
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O mais boring de todos, eu diria que é o primo pobre do azul da Tiffanys.
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A representante germânica da paleta significa “campo cinzento” e era a cor dos uniformes alemães de 1907 até 1945.
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Baseada na cor do elemento arsênico, um azul-escuro-acizentado.
As outras foram:
06- Falu red
07- Razzmatazz
08- Fallow
09- Gamboge
10 – Malachite
Confere todas na íntegra aqui no link.
[27 jan 2010 | por shuna | 3 Comentários | 1.572 views]
E mais uma vez objetos vintage, que caíram em desuso com a modernidade, têm servido de base para criação de artistas contemporâneos.
O artista inglês Nick Gentry utiliza disquetes, fitas VHS e K7 (que já falamos por aqui) para suas obras de arte, que tem como foco explorar como o avanço da tecnologia afeta a sociedade.
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O interessante é que as peças funcionam não só como substrato para obra, mas possuem também uma certa interferência formal, além de proporcionar uma textura muito bacana.
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Mais dessas no flickr dele.

[28 out 2009 | por shuna | 2 Comentários | 996 views]
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Quando o FFFFOUND surgiu há alguns anos, todo mundo pirou. Era muito conteúdo! Só o melhor das referências de design, fotografia, moda, publicidade, lifestyle, tudojuntoadinfinitum.
Eis então que pelas andanças vituais em períodos ociosos, descobri o FFFFOUND das compras divinas: Svpply
O sistema do Svpply é o mesmo: tem um pessoal selecionado (como no FFFFOUND, só convidados) que vai postando o que há de mais legal no momento dos produtos descolados-moderninhos-de-design-quero-tudo à venda na internet. Cada peça tem um link externo, redirecionando o usuário para a loja virtual original, além de possuir um delicioso sistema que refina a pesquisa seja por categoria, preço ou sexo.
Eu não vejo nada mais adequado para os presentes de aniversário, fim de ano ou a data que você preferir. Chega de correr pros shoppings e se matar pensando o que nossos queridos vão gostar de ganhar, ali é um chute e um acerto!
Haja limite no cartão de crédito!
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[30 jul 2009 | por shuna | 5 Comentários | 1.707 views]

É incrível como a onda vintage não pára de bater! E não é só no vestuário e na cena músical revival anos 80, os objetos de desejo da época têm sido frequentemente revisitados por designers, artistas ou nostálgicos de plantão.
Ao contrário da sorte que os discos de vinil tiveram – porque ainda tem muita gente que garimpa e curte um sonzinho chiado – as fitas cassete caíram no completo desuso.
No entanto, dentro desse conceito retrô, muita gente tem desconstruído a sua função em  forma conceitual e mega divertida.
Eu vinha raparando, quando adquiri uma bolsa via carteirinhas no formato de cassete, que havia algo no ar…

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Achei muito massa essa releitura que o pessoal da Ooomydesign fez para as queridas, reestruturando tudo junto e transformando em simpáticas luminárias.

Eles ulitizam tanto as fitas convencionais como também as obsoletas fitas de videocassete, prendem tudo com tiras plásticas e o resultado são luminárias de diversas cores e tamanhos que também proporcionam um ar divertido no ambiente.

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Sinto um cheiro de Chanel até nesse post retrô, com cheiro de naftalina, sabe.

Prativê.

[13 abr 2009 | por shuna | Nenhum Comentário | 793 views]

Quem nunca sonhou em (conseguir e poder) fazer as próprias roupas? Principalmente naqueles dias em que nenhuma estampa agrada ou nenhuma combinação de cor é convincente…

Foi então que em os designers Berber Soepboer e Michiel Schuurman criaram esses vestidos mega criativos e divertidos.

Na coleção “Color-in Dress”, a brincadeira é pintar os vestidos que possuem uma estampa super personalizada.

Já na “Assembly Dress” você pode montar e desmontar – através de botões – as três peças e formar seu look. (alguém lembrou do Lego?)

Não encontrar |querer morrer| mais estampa repetida na rua?

Não repetir o mesmo vestido em festa?

Atóron!

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