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Não é só porque em 2011 eu fui a acadêmica do ano e fiz um elogiadíssimo trabalho de conclusão sobre tatuagens que eu acho que todo mundo deva se riscar. Mas, diferente de mim, o genial Jean-Luc Moerman acha que sim. Ou pelo menos é o que parece.
Na série chamada Tattoo on paper, ele cobriu pinturas clássicas e gente famosa em revistas com tatuagens, mostrando esse ladinho Maori que todo mundo tem. E nem G-ZUS escapou:
Sabemos que ele não é o único que acredita na tatuagem como uma forma de arte: teve bastante gente mostrando isso aqui e até o LEGO (sempre ele) ganhou versões riscadas com cara de BUNDA MÁ (badass, gente) com direito até a tramp stamp.
Não é todo dia em que você anda pela rua e topa com um jardim em miniatura, uma mini estradinha ou uma quadra de tênis tamanho micro. Pura fofice, néam? Essa ideia que parece queridinha e bonitinha é, na verdade, mais um tipo de guerilla art e é ideia de um cara. Steve Wheen é conhecido como The Pothole Gardener e trabalha justamente com jardinagem em buracos nas ruas.
Interferir de forma bem-humorada com os buracos encontrados pelas ruas não é uma novidade. Já vimos aqui e aqui, mas esse é diferente: pegando carona com essa onda de arte verde, os jardinzinhos de Steve Wheen trazem além de fofice, um pouco de natureza para o meio das ruas. E o pessoal adora. Quem não?
Dyna Moe é uma artista demóis, com um estilo divertido, cativante e cheia de boas ideias. Ela já está no mundo das artes visuais faz um tempinho, mas como a própria diz no seu site, virou “internet famous” em 2008, quando começou a produzir semanalmente ilustrações lindonas da série Mad Men (quem ama? o/).
Agora, mais um projeto da moça para ~bombar~ na internet: o Tumblr Hipster Animals. Como sugere o nome, é um site dedicado a ilustrações de animais transformados nos nossos tão queridos hipsters. Essa vibe nós já vimos por aqui algumas vezes, como a versão Princesas da Disney e os heróis da nossa infância. Sempre diversão garantida e looks pretensiosos (RIZOS).
Além das ilustrações, sempre acompanhadas por uma legenda engraçadinha/irônica, também são ótemas as fotos que aparentemente são de Dyna e dos amigos usando máscaras de animais em cenas do cotidiano hipster, com seus respectivos diálogos e filtros do Instagram. Na época do Halloween, inclusive, foi disponibilizado no site o arquivo de uma máscara pra quem quisesse imprimir e usar para aparecer no site. Pena que eu cheguei tarde, mas espera só, Outubro é logo ali.
Quem gostou pode curtir no Facebook também.
Todo mundo tem alguma mensagem bonita ou lição de vida para passar pras próximas gerações. Ainda mais nós que estamos presenciando o crescimento de criancinhas TENEBROZAS que nos deixam com medo só de pensar no nosso futuro como velhos tatuados nesse mundo.
Enfim, a vaibe é essa no Say Something Poster Project, competição mó legal em que vários designers produzem pôsters com mensagens para as ~gerações futuras~. Além de lindões, os pôsters são usados para fins educacionais (negócio é engajado), grupos de discussão e inspiração criativa.
Mas não é fácil chegar lá: o cara entra de graça na competição, porém apenas 10 talentosos felizardos serão premiados. Ó que bonitos os top 25:
Dica do Flávio, um cara preocupado com o futuro do planeta.
É difícil não fazer trocadinhos sem graça e óbvios com o nome da artista peruana Cecilia Paredes e o seu trabalho. Até onde se sabe, é uma coincidência não intencional, mas é provável que a ideia de fazer uma série de fotos em que ela mesma se mistura a estampas e papeis de parede tenha sido sugerida pelo próprio nome. Ou não.
Ela usa pintura corporal (alou globeleza), roupas, maquiagem e uma paciência sem fim para fazer o camaleão nessas fotos incríveis. A explicação vem, como sempre, com toda a profundidade e lirismo que os artistas adoram: a ilusão de se misturar à paisagem trata sobre pertencer a algo e como somos capazes de mudar para fazer parte de algo maior. Conceituais ou não, as imagens são bonitonas:






Os personagens da nossa infância não ganham folga, glr. Desde que nós, jovens descolados lindos e inteligentes começamos a ocupar posições de “formadores de opinião”, só dá momento remember retomando brinquedos, desenhos, modinhas e até gírias.
Mostramos aqui o trabalho do chileno Fab Ciraolo, que curte transformar ícones da cultura pop em gente como a gente (?), vestindo de hipster quem passar pela frente. Entre várias “vítimas”, os heróis da nossa infância ganharam figurino novo.
E agora é a vez das princesas, aquele bando de mina cafoner vir para o lado hipster da força e ficar parecida com as nossas amigas. A arte é da Ucraniana Viria, que além de mó gatchenha tem um traço bem legal.


Sim, sabemos que Anastasia não é Disney, mas QQTEM? Tá bem vestida e tudo mais.
Quem é essa gente retratada em fotos antigas? Uma infinidade de rostos, poses bizarras e gente totalmente desconhecida anda rolando por aí em antiquários e mercados de pulgas mundo afora, não se sabe de onde vieram e para onde vão. Bom, para Alex Gross, essa gente é bem mais MISTERIOZA do que já parece: na verdade, eles têm identidades secretas – ou algo assim.
Usando recursos de mixed media, ele interferiu sobre retratos antigos, lá do fim dos 1800′s, e transformou as pessoas retratadas em heróis e personagens de ficção científica, reais ou saídos da própria cabeça.





Me pergunto que tipo de personagem meus antepassados poderiam ser.
A história é muito simples: um belo dia descobri graças ao Tumblr (S2 S2 S2) algumas tirinhas, com um traço intencionalmente tosco (claramente feitas no Paint) e situações que não mudam muito: Primeiro quadro, alguém interage com Homer, que não responde. Segundo quadro, close em Homer com a legenda “HOMER IS DEAD”. Perdi o fôlego rindo disso por muito tempo até descobrir o gênio por trás desses desenhos, que assina como Chris (Simpsons artist).

Em sua página do Facebook, Chris conta que curte fazer desenhos de personagens famosos da tv, especialmente dos Simpsons, desde pequeno. Pouco a pouco, seu traço característico e tom irônico das obras vem ganhando fãs e espaço, chegando a ilustrar revistas como a FHM Magazine.





Depois de atingir (e passar) a marca de 100 mil fãs no Facebook, ele deu um passo a frente e entrou no mundo capitalista, vendendo aqui pôsters e camisetas. E o cara é engraçadão em tudo: até o jeito de escrever tem uma vibe de zuera, ignorando totalmente vírgulas e pontuação intencionalmente. Vale a curtida <3

Já sei, vai ter alguém pra dizer #rsmelhoremtudo, mas malzaê. Hoje, 25 de janeiro, é aniversário da cidade de São Paulo e a partir dessa data até o dia 29 vai acontecer na capital um projeto bem legal chamado URBE – Mostra de Arte Pública. É dessas coisas bacaninhas, descoladas e que valem a pena conhecer quando tempos a oportunidade.
O centro da cidade receberá nesse período cinco intervenções urbanas assinadas por grandes nomes. Anota aí o roteiro: Fachada do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), Viaduto do Chá, Fachada do Prédio da Prefeitura de São Paulo, Vale do Anhangabaú e Rua da Quitanda (próximo ao CCBB).
As três instalações e duas projeções são feitas, respectivamente, pelo Coletivo DOMA (da Argentina), Coletivo Goma Oficina (do Brasil), Coletivo ZoomB (do Brasil), Coletivo URBANSCREEN (da Alemanha) e Felipe Sztutman (do Brasil).
Além de tudo isso, acontecerão workshops e debates no CCBB, e na abertura do evento, hoje as 17h, tem DJ set da banda The Rapture (que depois vem pro sul nos dar amor no M/E/C/A Festival, não esqueçam). Mais um detalhe bem importante: tudo DIGRÁTIS.
Pra saber todos os detalhes da mostra, só dar uma olhada no site oficial ou no Facebook.
Quando eu era criança, tinha uma prima encarregada de me fazer comer lanchinhos saudáveis durante a tarde. Como toda criança querida, eu deixava a coisa bem difícil, mas ela teve uma brilhante ideia: fazer lanchinhos divertidos, com carinhas e desenhos e outras coisas fofis. Graças à essa memória dos tenros anos da vida, me identifiquei com o trabalho de Brittany Powell, autora da série Sandwich Artist.
Com pão, queijo, alface, tomate, salame e condimentos, ela homenageia artistas como Mondrian, Hirst, Pollock e Klimt. Olha só que diliça artsy:





E se botar pra derreter o queijo, será que rola um Dali?
Quem também curtiu e me indicou foi a Luísa.



































