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É difícil não lembrar de referências como Uma Cilada para Roger Rabbit ou O Mundo Proibido quando vemos o Tumblr drawNYC.
O responsável pelo site jóinha atende por Randeep Katari e, assim como tanta gente, é encantado por New York. Mas diferente do cara que resolveu que ia desenhar cada um dos edifícios da cidade, esse transforma em personagens de desenho pessoas anônimas retratadas em fotos que ele mesmo faz pela cidade.




Lindão.
Sabemos que vocês gostam de mulher seminua e que babaram legal no corpitcho da Sônia Abrão ontem fazendo a Beyoncé de maiô preto. Então, já que a vibe é essa, hoje tem mais mulher em trajes íntimos pra vocês.
Porque afinal de contas, gatinhas hipster tatuadas pagando peitinho e bundinha é uma coisa que não se vê todo dia. Ou é, vocês que sabem.

As fotos são do The Creepster, que se auto-intitula A Visual Storyteller e adora fazer meninas magrinhas ficaram sem roupa. Quem não?
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Porque o 3D é mesmo um negócio que TÁ SE USANDO.
Não é só nas salas de cinema que esse recurso tá bombando. A arte vem se apropriando do 3D e mostrando que existem maneiras ainda mais geniais e criativas de explorar essa ilusão do que se vê no mainstream.
E a novidade vem do grafite, que sempre reúne a tchurma de pessoas mais ligadinhas e cheias de ideias. O floating graffiti anda invadindo espaços variados, desde prédios abandonados a galerias de arte, passando por favelas brasileiras. A novidade consiste em construir uma imagem que só pode ser vista quando estamos posicionados no ângulo certo.
Ó só que L0k0:



Anamorphic Typography (via).

Destaque pro trabalho lindão feito pelos caras do boamistura, coletivo espanhol que levou belas mensagens para a Vila Brasilândia (SP). Os próprios moradores ajudaram a construir as palavras, entre elas amor, orgulho, doçura, beleza e firmeza (FMZ). Tem mais imagens aqui e aqui.

Agora que a classe média brasileira está se sentindo ameaçada pela popularização do tão querido Instagram, é hora de descobrir novas maneiras de inovar e deixar as fotos mais bonitas, poéticas e atraentes – sem filtrinho retrô.
E falando em fotos bonitas, Andrew Meyer é um cara que sabe fazer isso muito bem. Seu estilo é leve, colorido e objetivo, sempre com uma cartela de cores pastel e usando objetos ou cenas do dia a dia. Mas não é por isso que os temas abordados por ele são docinhos e inocentes: só ver a foto intitulada Mushroom Kingdom pra sacar toda a ironia do cara





E pra quem gosta de foto com aquela carinha mei retrô, taí uma boa. Bora se inspirar, gente.
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Sabemos como vocês amam Andy Warhol de paixan, então já imaginamos a alegria do povo ao saber que foram encontradas 150 polaroids dadas como perdidas, tiradas por ele próprio. É como descobrir mais 150 pokémons, ou algo assim.
Entre os rostos célebres clicados pelo artista, gente como John Lennon, Carolina Herrera, Yves Saint Laurent, Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone, Dolly Parton, Liza Minelli, Diana Ross, várias Drag Queens avulsas e o próprio Warhol.

E pros amigos jetsetters fica a dica: quem estiver em NY até o dia 21 desse mês pode conferir 23 dessas fotos na galeria New York’s Danziger Projects.
Dica da Luísa, curtimos trocar referências.
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Dando uma volta por Los Angeles, quem for sortudo pode topar com uma das intervenções de Paige Smith. A artista escolhe casualmente pontos na cidade como buracos em paredes, rachaduras, canos abertos ou qualquer espaço que possa abrigar os seus “Geodes”.
Feitos cuidadosamente com papel recortado, colado e pintado com spray, eles representam os geodes (ou geodos) reais, e o efeito é surpreendente. Alguns são tão legais que o pessoal leva pra casa ):







E quem quiser sair à caça deles pela cidade pode se guiar pelo mapa que ela disponibliza no site.
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Mulherada usuária de tintura de cabelo sabe bem. Depois do loiro escuro é tudo a mesma cor: preto. E mesmo assim, quando entramos na farmácia decididas a DAR UM UP NO VISUAL, encontramos uma variedade tão imensa de tons e nuances que chega a ser difícil escolher. Pra no fim ficar preto mesmo.
O fotógrafo Richard Stultz, impressionado com essa falsa ideia de variedade, construiu essa série chamada Choices. Com essas fotos que às vezes mais parecem montagens photoshopadas ele questiona justamente isso: estamos sempre procurando o produto perfeito, mas acabamos nos enganando com a quantidade de cores e embalagens atraentes que no fim das contas são tudo a mesma coisa.





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O trabalho de Magnus Gjoen é todo conceitual: a ideia dele é transformar objetos e imagens tidas como agressivas, tristes ou com pouco apelo estético em obras de arte cheias de beleza e fragilidade.
Ok, ele pensou em objetos que teoricamente não possuem apelo estético, mas eu APOSTO que vocês adorariam ter uma dessas caveiras na decoração dos seus respectivos lares, fazendo joguinho com uma dessas peças que já mostramos aqui.





É ou não é?
Lembra daquelas latinhas de Coca-Cola que dançavam e usavam óculos escuros? Então, não é isso.

Dessa vez, a Coca preferiu dançar de uma maneira bem mais elegante, e digamos também, moderna. O estúdio criativo Korb criou esse vídeo incrível de apenas 30 segundos que mostra as garrafas mais famosas do mundo dançando ao som de electro harp music. Pois é, geite. E olha que lindo que ficou:
O vídeo foi criado para um concurso que ocorreu em 2011, em que a glr do Eyeka promoveu o desafio de reinterpretar a Coca-Cola como um energizing refreshment através de vídeos, animações, ilustrações ou fotografias que viriam a ser usadas nas campanhas da marca. Entenda melhor vendo o vídeo, é curtinho:
Dica da Luísa : )
Adoramos GIFs, adoramos monstrinhos queridos, adoramos ilustradores criativos que usam caneta esferográfica e adoramos 3D. Pelo menos eu adoro, enfim.
Fica difícil não adorar também o trabalho do ilustrador Dain Fagerholm, que usa canetas esferográficas (a boa e velha BIC) sobre papel para criar suas ilustrações lindonas, em geral monstrinhos queridos e cenários surreais.

Se só os desenhos já eram muito legais, o que ele faz com eles é ainda melhor: usando a técnica da projeção estereográfica, ele transforma seus monstrinhos em GIFs em 3D, fazendo com que as imagens se mexam e os personagens nos encarem com um olhar ora querido, ora reprovador.





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