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É amanhã, gurizadeeenha! A Casa do Lado vai CAIR com a segunda edição da festa que ABALOU Porto Alegre ano passado, a mycool decaDANCE – GLOW IN THE DARK.
E pra esquentar DELÍCIA, tem esse set prontinho pra você começar a bagunça. Curte aí ou baixa clicando aqui com o botão direito e dando um “salvar como”. Booora brilhar muito na luz negra. Afinal, neon é muito temmmdensia!
TRACK LIST:
Miami Horror – Holidays
Ke$ha – Your Love Is My Drug
Something A La Mode – Paris Make Me Feel Like Dancing
Grum – Can’t Shake This Feeling
The Knocks – Something I Can Dance To
Gramophonedzie – Why Don’t You
Uffie – ADD SUV
Katy Perry – Teenage Dream

Corta pra 2007, quando os Klaxons se tornaram uma das bandas mais quentuxas do rock britânico, com o estouro de Myths Of The Near Future, um disco absurdamente dançante, porém de certa forma indigesto de se aceitar de uma forma assim convencional. O rock histérico, futurista, porém irresistível dos rapazes era de tudo, menos normal, mas ainda assim assustadoramente acessível. Difícil era saber o que os caras viriam a fazer depois. Tão difícil saber que ainda vamos ficar na fissura pra saber qual foi o tal disco “experimental demais” que a gravadora recusou, o que seria o segundo álbum.
Mas Surfing The Void – já eleita por mim como a melhor capa de 2010 – está rolando por aí e qual é a sensação? Olha, as opiniões estão divididas, o que é natural para um disco complicado de ouvir na sua primeira sentada. Não pelo fato de ser cabeçudo demais – o que ele não é, na real o som está ainda bem perto da sonoridade que fez a banda ser tão boa no seu primeiro álbum. No entanto, é um disco de extremos, um disco onde o fator pop virou SUPER ao ponto do desconfortável (“Venusia” é um exemplo brilhantemente perturbador).
Por outro lado, a esquizofrenia dos Klaxons, que parecia ter sido superada pelo Late Of The Pier (outro grupo brilhante) foi amplificado em direções furiosas. A faixa-título é um espetáculo do caos sonoro, assim como a espiralada “Cypherspeed”, o som que basicamente define a banda esteticamente. O single “Echoes” é explosivo, assim como “Flashover”, faixa que vazou uns meses atrás e foi devidamente documentada por aqui. Tem “Extra Astronomical” também, algo realmente psicopata, mas curiosamente válido para uma pista de dança.
O fato é que, contrariando as apostas – inclusive a minha – o Klaxons saiu vitorioso no teste do segundo disco. Surfing The Void, é a afinação e a confirmação do estilo da banda não apenas como o ritmo de um momento e sim como um força talentosa que pode fazer bem mais. Vai que a gravadora libera eles para fazerem o tal “disco experimental” na próxima vez e daí o bicho pega pra valer. Ai meu céu.
A mixtape dessa semana entra nas histórias por trás da Broken Hearts Dance Club #3. A edição I Hate U Bitch já diz muita coisa, você foi abandonado e basicamente quem te deixou pra trás é um fiodaspu. Aqui estão as melhores tracks pra você superar, esbravejar, desabafar. Nada de choro: xinge!
Mycoolmix #23 by Mycool on Mixcloud
Para baixar o mp3, clica com o botão direito aqui e dá um salvar como.
TRACKLIST
Adult – I feel worse when i’m with you
The Kills – love is a deserter (Phones Cardiac Unrest remix)
Lilly Allen – Fuck You
Guillemots – Get Over It
Kiss Kiss Kiss – Broken Hearts
Camera Obscura – Lloyd, i’m ready to be heartbroken
She Wants Revenge – Tear You Apart
The Pippetes – Your Kisses Are Wasted On Me
Gnarls Barkley – Who’s Gonna Save My Soul
Noah And The Whale – My Broken Heart
The Toxic Avenger – aka Simon Delacroix – é um louco e respeitado produtor de electro francês. Ele usa de tudo um pouco no seu som. Desde hardcore e punk até um saudável pop. E esse electro trash vindo de Paris está dando o que falar com o seu novo clip N’importe Comment.
Mas o seu tempero musical não para por aí, o lance também tem uma pegada do tradicional hip hop da terra de Axterix e Obelix e a música acaba parecendo para alguns uma mistura de raiva e sintetizadores. Mas para muitos é um mix de ritmos pulsantes, linhas colossais de baixo e a única e mortal certeza de arrasar em qualquer dancefloor.
Bom, tentando deixar de bajular o cara um pouco, mas não conseguindo, vale também olhar com outros olhos esse SENSACIONAL clip: N’importe Comment. Querendo ou não é o mais puro reflexo do nosso tempo. Ele cavalga a onda das novas tecnologias e redes sociais, tentando integrá-los no mundo real e CONSEGUE.
Saca só:
THE TOXIC AVENGER – “N’IMPORTE COMMENT” – OFFICIAL VIDEO
Enviado por The-Toxic-Avenger. – Buscar outros videos de Musica.
Como já havíamos postado anteriormente, Cee-Lo Green (vocalista do Gnarls Barkley) tá realmente querendo conquistar seu espaço entre os hipsters. Primeiro foi lá, gravou No One’s Gonna Love You do Band Of Horses e deixou criarem um vídeo über hipsters em fuga no meio de uma roadtrip.
Agora ele chega todo dor de cotovelo na música F**ck You, que também ganhou clipe descoladinho de tipografia cool + animação. O cara tá tão na bad que chega a se subestimar usando VIDEOGAMES: I guess he’s an Xbox and I’m more Atari.
Porra, Cee-Lo! Vê se passa lá na Broken Hearts Dance Club essa sexta pra afogar as mágoas todas, cê tá precisanuuu!
Já tava caindo muito de madura essa pauta da ondinha (ahn-ahn) de surf rock que anda tomando os indies. Não sabemos ainda se eles cansaram da sujeira de Williamsburg ou da muvuca de Brick Lane. Mas é fato que grande parte deles estão migrando para cenários mais ensolarados e arenosos. E já que tudo isso é a cara do braziu, resolvemos fazer essa mixtape nesta sexta-feira de sol pra você curtir aí na beira da piscina o final de semana inteiro #not. Indies surfistas enrustidos, a sua hora de sair do armário é djá. Muito boa sorte!
Mycoolmix #22 by Mycool on Mixcloud
Pra baixar o mp3, clique aqui e dê um salvar como…
TRACKLIST:
Tennis – Marathon
Surfer Blood – Swim
Beat Connection – In The Water
Best Coast – When I’m With You
Wild Nothing – Summer Holiday
The Drums – Don’t Be A Jerk, Jonny
Wavves – King Of The Beach
Dum Dum Girls – Bhang Bhang, I’m A Burnout
Real Estate – Green River
MGMT – Congratulation
Nós já falamos aqui do Alexandre Matias, sua Gente Bonita e respectivos mashups, lembra?
Pois então, os moços, desde 2006, já passaram por oito capitais brasileiras e tocaram em dois festivais, sempre misturando as melhores músicas do mundo para dançar e derreter o cérebro.
Agora foi a vez do Matias criar um set exclusivo pro blog Ace Of Spades, da MCD. Ficou bem delícia, curte aí e nos conta depois o que achou:
Gente Bonita 2010 mixed by Alexandre Matias by mcd_brasil

GRUM é o produtor escocês Graeme Shepherd, que antes de lançar seu primeiro álbum, ficou famoso através dos blogs por remixar artistas que você adora, como Passion Pit, Friendly Fires, Lady Gaga, entre muitos outros. Este ano, lançou o excelente Heartbeats, com influências que vão de Les Rythmes Digitales, passando por Quince Jones e David Bowie. GRUM até faz uma ótima versão para Fashion, que Bowie gravou em 1980.
Dependendo da sua pilha, Heartbeats serve pra você relaxar/viajar em casa, dançar loucamente no quarto ou bater cabelo na buatchy mesmo. GRUM mistura o melhor do synth pop oitentista e acrescenta viagens eletrônicas modernosas que lembram Daft Punk e Chemical Brothers. É um artista completo. Cria, remixa e é remixado. Abaixo um link para o último clipe do moço, e um remix sensacional para Can’t Shake This Feeling, remixado pelo DCUP.
Grum – Can’t Shake This Feeling (DCUP remix).mp3
É nesse espaço que a festa Party Up, especializada em música eletrônica, promete trazer os hypes mais quentes que andam pela cena tuntis. Juli Baldi, Bruno Moura e Fran Piovesan, DJs residentes da festa, comandam a coluna e as picks ups no Cabaret, todo terceiro sábado do mês.
O que Bob Dylan, Bon Jovi, Eric Clapton, Janis Joplin, The Violent Femmes e Kanye West têm em comum? Não sabe? Achou absurdo? Você já vai entender.

A Red Bull está lançando um projeto incrível e inédito, que vai começar aqui no Brasil – mais precisamente, em São Paulo. É o Red Bull Sounderground, o I Festival Internacional de Música de Metrô.
Agora você já deve ter entendido o porquê da pergunta aí de cima: todos os listados eram artistas de rua, e tocaram muito em estações de metrô até conseguirem oportunidades na música. Então, foi pensando nestes talentos escondidos que a Red Bull bolou o projeto – com o objetivo, também, de criar por aqui este espaço público de apresentações que é tão comum em outros países.
Assim, o metrô paulistano vai virar um centro das atrações musicais por uma semana, já que cerca de 20 artistas, de dez diferentes cidades do mundo (Barcelona, Berlim, Londres, Cidade do México, Montreal, Moscou, Nova York, Paris e São Petersburgo, além de São Paulo, claro) estarão espalhados pelas estações entre os dias 8 e 12 de novembro. Para encerrar a função, haverá uma grande jam session no dia 12, sexta-feira, prevista para a Estação da Sé. E olha que barbada: a entrada para conferir os shows será a passagem de metrô!
Os representantes de cada cidade (exceto Berlim e Paris) serão escolhidos por meio de uma votação no site www.redbullsounderground.com – onde os músicos devem se inscrever.
Interessou? Então olha como funciona: você-solo ou em grupo com formação de até três pessoas (todos obrigatoriamente maiores de 18 anos) se inscreve até o dia 15 de setembro, preenchendo as informações da ficha disponível no site e fazendo o upload de um trecho de vídeo de uma apresentação – ou indicando o link para algum que já esteja disponível na internet.
A lista dos selecionados será divulgada no site no dia 21 de setembro. Para saber mais sobre a escolha dos artistas, clique aqui. Além disso, não deixe de ler o regulamento atentamente, pois há, inclusive, restrições de uso de equipamentos e instrumentos nas gravações. E sabe porque? Porque não haverá fonte de energia elétrica disponível para as apresentações. Roots!
Amigo, corre lá pra participar! E se você for uma pessoa sem talento musical como eu, cola no site para votar nos seus preferidos.

Sei que é um saco, é coisa realmente pra cara obcecado por música (como eu), ficar navegando em busca de novidades e os lançamentos musicais quentuxos. Dá um trabalhão, mesmo com a facilidade da internet. Então, pra fazer aquele serviço esperto para você, farei toda a semana para a rapeize um serviço de utilidade pública, falando dos lançamentos quentuxos, de bandas novas ou novidades de bandas já testadas e aprovadas. Hoje começamos com as mais recentes bolachas do The Walkmen e do Ra Ra Riot.
The Orchard – Ra Ra Riot: O fabuloso disco de estréia desse sexteto norteamericano, The Rhumb Line, de 2008, passou pouco percebido pela grande massa indie na sua época de lançamento. Uma fudida injustiça, que pode ser plenamente corrigida com a chegada de The Orchard. Prova que a fórmula da banda, que conta com uma violoncelista (GOSTOSA PRA CA**LHO) e violinista, está longe de enjoar, o segundo LP do grupo volta com melodias belíssimas e um sentimento ininterrupto de DELÍCIA CREMOSA SONORA. Destaque para a pogante “Boy”, a apoteótica e totalmente 80’s “Foolish” e a sinfonia arrepiante da faixa título. Recomendado.
Lisbon – The Walkmen: Somente pelos seus dois discos iniciais (“Everyone Who Pretended To Like Me Is Gone” e “Bows & Arrows”), esse grupo mezzo novaiorquino, mezzo de Washington já merece seu lugar na história dos grandes atos roqueiros do século 21. Não satisfeitos, eles prosseguiram com mais dois discos, o bonzudo “A Hundred Miles Off” e “You & Me”. Neste ultimo disco, a banda abandonou o seu lado “roqueiro furioso com classe” e manteve só a classe, focando no poder vocal de crooner do vocalista Hamilton Leihauser e trocando os uivos ensandecidos de guitarra por linhas limpas e graciosas nas seis cordas. Não vou dizer que não deu certo, mas ficou bastante diferente.
“Lisbon” começa da mesma forma que o disco anterior, com a dreamy “Juveniles”, sonzeira pra tomar uma formidável margarita com os amigos na beira da praia. No entanto, quando a segunda faixa, “Angela Surf City”, entra com seus fraseados de guitarra, não demora muito pro PAU COMER e daí o que temos é o rock mais energético feito pela banda desde o clássico “The Rat”, do segundo disco do quinteto. Nessas duas primeiras faixas, já dá pra ter uma idéia do que permeia este novo álbum dos Walkmen. Em seu quinto álbum, a banda buscou o equilíbrio entre suas duas vertentes, a mais esporrenta e intensa, e a outra de pura beleza e melodia. Deu relativamente certo e vale um conferes.
















