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Cachorreiros que gostam de arte que estiverem em Nova York entre 16 e 19 de maio precisam reservar um tempinho para conferir a New York Design Week 2013, na Reade Street.
A expo idealizada pela agência de design Lazerian, Gerald and James, começou com com um cachorro – da raça Bracco Italiano, chamado Gerald – construído com 88 peças de papel. Várias cópias dessa escultura foram enviadas para estúdios na Europa, Estados Unidos, Austrália, Argentina, Coreia e nova Zelândia, onde cada um ganhou o toque pessoal do artista que o construiu.
O resultado estará exposto na New York Design Week, onde também serão disponibilizados kits com instruções para qualquer um que quiser fazer o seu próprio Gerald. <3





via.
Ah, o Etsy… o que falar sobre o Etsy? O Etsy é uma grande metáfora existencial, já que nos apresenta 5% de itens m-a-r-a-v-i-l-h-o-z-z-o-s pra comprarmos e ficarmos com a autoestima hipster lá no topo — mas como tudo na vida, os 95% restantes são pura quinquilharia metida a besta [via @picaretagem].
Pra comprovar essa estatística, o Stereogum garimpou os dez produtos mais toscos relacionados ao Joy Division no Etsy.
10. O bordado clássico com pedaço de letra de música
Nada pode ser mais hipster que ironia kitsch.
9. O colar de Love Will Tear Us Apart Again
Afinal, quem nunca quis carregar um pingente com a cara do Ian Curtis [?!?!?!] cantando + um lindo coração e outras insígnias esquisitas que não fazem sentido nenhum?
8. Uma borboleta sombria presa que representa a dança do Ian Curtis
Lindo, solene, esplêndido, poético e profundo. Infelizmente já foi adquirido.
7. Um anel tranzudo com o desenho da capa de Unknow Pleasures
Esse até que é legal.
6. O livro de fotos do memorial do Ian Curtis
Aquilo ali embaixo é uma vela ou um copo de leite?
5. A camiseta mashup: Joy Division + Misfits
O presente perfeito pra quem gosta daquelas camisetas escrito SECSI no lugar de PEPSI™.
4. O pôster-cartoon rebuscado
Percebam a sutileza: Peter HOOK tem um ancinho no lugar da mão; Stephen Morris está invisível, o que simboliza a falta de valor que davam para os bateristas nos anos 70; Bernard Sumner está sem um braço, pois ele sacrificava o próprio corpo em busca do acorde de guitarra perfeito; e Ian Curtis está entre “aspas” porque cada palavra de suas composições era uma metáfora.
3. O disco não licenciado que intercala versões de estúdio e versões ao vivo com trechos de entrevistas dos membros da banda
Até que seria útil na era pré-2003, mas aí ele não poderia ser vendido pelo Etsy.
2. A colagem inspirada em Atmosphere
Por apenas 40 dólares + o frete.
1. O travesseiro-piada-de-duplo-sentido-de-gosto-duvidoso
Com bordas exclusivas feitas de 100% corda!
Creep from Matthijs_Vlot on Vimeo.
Oprah, oh Oprah
Por favor me ajude
Eu tomei as decisões erradas
Eu queria ter o corpo perfeito
Eu queria ter a alma perfeita
Thom Yorke me entenderia
Eu enganei o mundo inteiro
Todos aqueles jovens garotos
Com meus pôsteres nas paredes
Eu sou uma fraude
Eu sou uma aberração
Eu não sei
Que diabos estou fazendo aqui
Eu não pertenço a este lugar
[via Enfiando a cabeça em um buraco pra nunca mais]
Porto Alegre tem um estúdio especializado em design, ilustração e produção chamado Duquegalo. Os caras são responsáveis pelo visual de vários projetos bacanas, como o Red Bull Pimp My Complex e o Pixelatas Sprite.
Pelos projetos nos quais o estúdio se envolve não restam dúvidas: os caras são chegados em skate, arte, música, quadrinhos e cinema – assim como nós, S2.

apns amamos
Red Bull Pimp My Complex
Sprite Pixelatas
Além desses trabalhois lindões com design, o Duquegalo também teve sua incursão no mundo das #modas, quando produziu ilustrações para a MuffinMilk, marca de roupas com pegada streetwear.
Curtimos muito!
Lembram desse cara aqui, que faz arte com shapes quebrados? Ele continua um leke maroto fazendo coisas cada vez mais legais. E agora quem estiver passando por New York até Fevereiro poderá conferir de pertinho suas artes.
Até o dia 09.02 a Jonathan LeVine Gallery recebe a expo The Virtual Reality com esculturas de vários tamanhos feitas pelo artista. Dica: você não precisa ser um apreciador/entusiasta do sk8 (escoito) pra dar um bisú nas obras de Haroshi, porque elas são bem legais e bem 90′s – ou seja, muito amor.

Taí o cara

Caveira teenager de aparelho e talz

Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma

: )


Não tentem isso em casa
Se você é um dos ricos, bonitos e famosos que foge do verão e estará por lá, não deixe de dar uma passadinha:
Jonathan LeVine Gallery
529 West 20th St., 9th Floor
New York, NY 10011
via.
Que a cultura dos DJs – assim como a de fotógrafos, jornalistas e deputados estaduais – deu uma bela duma orkutizada nos últimos tempos, todo mundo já sabe. De ex-BBBs a menes instantâneos, até seus pais já atacaram de DJ. Até o Lula!!
O PORRA DJ já se tornou um clássico ao denunciar o oportunismo e a falta de vergonha na cara de muito magrão por aí que tem Jesus Luz como profeta e Francis Marchi como pastor. Ultimamente, esbarrei em algumas outras iniciativas tranzudas pra difundir a cultura do DJismo. Se você tem algum interesse pelo tema, seja como aspirante, como público ou como ~estudo antropológico~, tá valendo ficar de olho.
VIDA DE DJ
O Terra lançou recentemente a série virtual Vida de DJ, que é pratcament um pequeno reality show com DJs de renome do nosso Brazil-brazzileiro, como o sensacional DJ Marky, a irreverente transformista Leiloca Pantoja e o nosso amigo DJ Zegon. Zegon, inclusive, tem sido pauta recente por aqui pela campanha da Honda, que também não deixa de ser um belo incentivo a esse nicho. [Por sinal, estamos concorrendo com um remix pra eles, VOTEM EM NÓIS!!]
Ok, voltando a Terra [RISOS]. A cada quarta-feira, o portal lança mini-docs que acompanham os profissionais em um dia qualquer das vidas pacatas desses ~nobres brasileirinhos~. Mais do que a rotina e a vida pessoal, o legal de tudo mesmo é pegar os pequenos e espontâneos depoimentos desses DJs.
Se bem que nada supera o que foi dito um tempinho atrás pelo Marky.
Contando com dez DJs participantes, a série lança um doc novo a cada quarta-feira. Os vídeos de Marky, Anderson Noize e Zegon já estão disponíveis por lá, com cerca de dez minutos cada.
BEDROOM ROCKERS
Vendo os filmes do Vida de DJ liberados até agora, fica difícil não reparar nos quartos/home-studios dos caras. O projeto Bedroom Rockers, do fotografo Christopher Woodcock, é outra iniciativa bacana que propaga quartos de DJs pelo mundo.
Gostou das figurinhas? Tem bem mais aqui.
OUTRAS PARADAS
Tem várias outras pArAdAs interessantes rolando sobre o assunto, mas como vocês são tudo uns preguiçoso filhadamãe que dificilmente leem algo com mais de dois parágrafos, deixamos o resto pra outro dia, ok?
Não preciso explicitar que este é um tópico NSFW, certo? O que é irônico, porque em toda firma ou agência sempre tem o chefe que adora compartilhar pornografia por e-mail, mas enfim…
O lance é que o Stereogum selecionou as 40 capas de álbuns mais legais com gente pelada que eles puderam imaginar. E vejam só, a ideia foi inspirada na sensacional capa do último disco do Bat For Lashes, que tanto exaltamos por aqui.
Bat For Lashes – The Haunted Man (2012)
Sebastian Tellier – Sexuality (2008)
Pixies – Surfer Rosa (1988)
The Smiths – Hand In Glove (1983)
The Black Crowes - Amorica (1994)
The Jimi Hendrix Experience – Electric Ladyland (1968)
John Lennon & Yoko Ono - Unfinished Music #1: Two Virgins (1968)
Mom’s Apple Pie – Mom’s Apple Pie (1972)
Whitehouse – Erector (1981)
Handsome Furs - Sound Kapital (2011)
UFO – Force It (1975)
A velha desculpa de ser artê pra mostrar peitinho…
Pra ver as quarenta capas na íntegra, é só conferir direto no Stereogum.
A bela Natasha Khan salvou o mês, salvou o ano e vai salvar você te carregando nas costas peladão. Na real, a própria capa de The Haunted Man – terceiro álbum do projeto de Khan, Bat For Lashes – é pratcament tão boa quanto o álbum propriamente dito. E também explica muita coisa.
Natasha, filha do treinador da seleção de Squash do Paquistão e prima do “Pelé” paquistanês desta mesma seleção, tem ambição e força efervescendo no próprio sangue. Cansada dos clichês sexistas, resolveu apresentar uma capa que revela o corpo feminino sob uma perspectiva diferente: ambíguo, cru, honesto, poderoso, seguro e desafiador, ainda que provocante e ~sensual~. Foge, assim, dos padrões da indústria do entretenimento, em que garotas como Rihanna e Katy Pervy se vendem, acima de tudo, como mulheres-objeto. Curioso é ver esse contraste justamente quando Khan decide coverizar a Rihanna, como a gente já mostrou aqui.
Longe de levantar bandeiras feministas, contudo, The Haunted Man não pode ser melhor representado do que pela sua própria capa. O baroque pop meats. synth pop que define o som da obra, o passeio entre o épico e o mínimo, as camadas e texturas construídas metodicamente com uma série de colaboradores fodões – nomes como Beck, Dave Sitek, Charlotte Hatherley, Scott Walker e Adrian Utley –, convergem para a mesma direção proposta pela imagem que define o disco: crueza, mas uma crueza revestida implicitamente por todos os adjetivos já mencionados no paragrafo acima. Sensual, desafiador, provocante, profundo, ousado, artê, confortante e desconfortável e até mesmo preto e branco definem The Haunted Man por inteiro. Natasha se faz presente aqui de corpo e alma, despida, como se tivesse se doado completamente para expor sua visão artística para o mundo. E QUE VISÃO HEIN [RISOS].
The Haunted Man é, enfim, um disco lindo de doer, sob todos os seus aspectos. Não exatamente fácil de assimilar, nem tão difícil assim de ser compreendido, é um dos lançamentos mais especiais do ano.
Ouça na íntegra aqui:
Disco: The Haunted Man
Artista: Bat For Lashes
Lançado em: 12 de outubro de 2012
Selo: Parlophone
Melhores faixas: All Your Gold, The Haunted Man, Winter Fields, Rest Your Head e Laura, de arrepiar até os cabelinhos do nariz, são os destaques.
Quando não ouvir: Quando você estiver burro.
Quando ouvir: Naquele momento mágico em que você busca experimentar algo desafiador.
Pra quem gosta de: Wild Beasts, Little Dragon, Fever Ray, Grimes e Lykke Li.
Nós já mostramos o que acontece quando os super heróis invadem capas de álbuns sob a visão de Uwe de Witt. Agora é a vez de conferir o lance a partir do trabalho do ilustrador Cliff Chiang.
[clique para ver maior]
Duran Duran vs. Vampirella – Rio
The Breakfast Club vs. The Teen Titans - Original Motion Picture Soundtrack
Prince vs. Batgirl - Purple Rain
Flashdance vs. Elektra - Original Soundtrack From The Motion Picture
E aí, você prefere o Motoqueiro Fantasma ou a Batgirl no lugar do Prince?
Via.
Segundo o artista alemão Uwe de Witt, é isso o que acontece:
Ciclope vs. David Bowie – Aladdin Sane
Dr. Strange vs. Pink Floyd – The Dark Side of the Moon
Motoqueiro Fantasma vs. Prince – Purple Rain
Joker vs. Lady Gaga – Joker Face
Luke Cage vs. 50 Cent - Get Rich or Die Tryn’
Tempestade vs. Sade – Diamond Life
Wolverine vs. Bruce Springsteen – Born in the U.S.A.
[lembrando que você pode clicar nas imagens para vê-las maiores]
Essas capas remixadas por Witt fazem parte do projeto Superhero Cover Parody. Tem muito mais na página do homem.
















































