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Articles tagged with: cinema

[28 mar 2012 | por Luísa Saldanha | Nenhum Comentário | 208 views]

É 2012, mas o mid-century está mais em alta que nunca. E não, não estou falando de uma nova invasão de “”"”mods”"”" nos bares e casas noturnas. Tô falando de séries como Mad Men, Pan Am, Playboy Club, das influêcias na moda que vivemos vendo por aqui e em toda a estética da época que não tem como não amar.

E se tem uma coisa que se destacou nessa era foram as aberturas de filmes. Não vou discutir cinema com vocês, porque PLMDDS, não tô afim de polêmicas. Mas que os filmes ~antigos,~ especialmente as comédias românticas, tinham opening titles lindos e cativantes, isso sim. MALZ.

Por isso, o pessoal do Ultra Swank fez uma seleção das melhores aberturas dessa linda era que vai dos 50′s aos 70′s, e eu ainda acrescentaria à lista a animação engraçadinha de Sex and the Single Girl, de 1964. Ó só algumas:

E tem todas elas aqui.

[1 fev 2012 | por Flávio Lerner | 2 Comentários | 472 views]

Dezembro é aquele mês de ganhar presentes, comer peru (só se for kasher) e pular ondinha relembrando com um sorrisinho maroto e uma barriga pesada todos os ~grandes marcos~ do ano que está acabando.

Lá naquela distante época, o pessoal da NPR teve uma sacada muito boa e, no meio de milhares e bilhares listas de fim de ano, bolou uma lista das 20 Unhappiest People You Meet in the Comments Sections Of Year-End Lists. Nossa equipe de tradução também andava muito ocupada comendo peru, mas agora selecionamos e traduzimos os 10 melhores itens pra sua diversão – destacando que esses itens não são apenas para listas de fim de ano, mas pra praticamente qualquer post de blog:

  1. A venenosa (ui!): “O fato de você ter incluído a Adele nessa lista de 100 coisas que você gostou faz dela uma grande piada.”
  2. A pessoa que tem bastante certeza: “Eu nunca vi Game Of Thrones, mas eu tenho bastante certeza que não é tão bom quanto Boardwalk Empire.
  3. A mãe do Tim “Sardas” Matterley: “Tem um músico daqui que se chama Tim Matterley que é melhor que qualquer um desses! Você vai gostar do som dele. O site é sardasmatterley.com, e você pode baixar as músicas de graça. Por favor, confira o Tim Matterley, que AINDA não tem contrato com um grande selo, mas é muito muito bom!!!!” Dois comentários depois, ela normalmente retorna: “Aqui também tem um vídeo do Tim Matterley tocando Imagine no hospital infantil. Eu sou apenas um fã, mas acredito que ele é ótimo e vai longe!”
  4. O masoquista: “Eu odeio tudo o que você escreve, então eu sabia que essa seria uma lista desgraçada e inútil antes de ler tudo. Agora eu sei que estava certo.” [a/c comentários do blog do Lúcio Ribeiro]
  5. A pessoa com a incoerente noção de underground: “Esses nomes são completamente obscuros, ninguém nunca ouviu falar deles. The Girl With a Dragon Tatoo parece o nome de um livro do Dr. Seuss.”
  6. Harry, o hipsterfóbico, que realmente odeia muito os hipsters: “Isso é tudo música de hipster. Eu acho que deve ser ok pros hipsters, mas eu não sou hipster suficiente pra gostar de escolhas hipsters como essa. Pena que não sou hipster. Talvez eu gostaria se fosse mais hipster.”
  7. A pessoa que acha que você chegou tão perto: “Eu gostei de todas as suas escolhas, mas você colocou os Descendants em quarto lugar e Martha Marcy May Marlene como quinto, sendo que a ordem deveria ser o contrário. FAIL.”
  8. A pessoa que nunca está satisfeita: “Como Arrested Development não está na sua lista?!”
  9. O preocupado: “Qual o seu problema?! Não, sério, o que tem de errado com você?”
  10. O modesto: “Se você realmente quer saber quais são os melhores do ano, então veja minha lista em TricotandoComDagmareLaura.com – não é apenas sobre tricô!”

* Se você quiser ler a lista toda acesse aqui.

** Se você quiser relembrar nossas listas de final de ano e aplicar qualquer um dos 10 modelos acima, fique à vontade.

[18 jan 2012 | por Flávio Lerner | Um Comentário | 595 views]

Tá, você já deve ter lido muito a respeito. Aqui mesmo no MyCool, há poucos horas, minha digníssima molher Luísa (que não está no Canadá) já introduziu o assunto. Só que hoje, exclusividade e originalidade não importam, mas sim repetição. Hoje não é dia de ser engraçadinho e mostrar o novo grupo de jovens hipsters sustentados pelos pais que fazem um som ousado e original. Isso porque, se as pessoas não se derem conta da bagunça assustadora que querem aprovar lá nos EUA, pode não haver mais nenhum tipo de novo “som ousado e original”.

Se você ainda não percebeu a importância de boicotar projetos como a SOPA e a PIPA – siglas tão ridículas quanto ameaçadoras – está na hora de ligar o alerta. Você pode pensar que não é problema seu, já que as leis estão sendo votadas lá nos USA, mas esse é o tiro que sai pela culatra: onde estão os principais portais e redes que você usa pra compartilhar e fazer download? Google, Facebook, Twitter, Youtube, Soundcloud, Tumblr, MySpace, WordPress e Wikipedia, podem, dentro de pouquíssimo tempo, sucumbir ao totalitarismo.

Resumo breve: se aprovadas, as leis simplesmente vão transformar a internet – o espaço mais democrático e livre do mundo – em uma ditadura.

sopa

Esse gif resume bem melhor do que eu

Baixar música? Cada vez mais impossível. Ler sobre artistas novos? Também será comprometido. Ver vídeos de programas de TV, trailers, clipes, ou ter acesso a qualquer criação artística, underground ou mainstream, que envolva direitos autorais (ou seja, tudo) se tornará uma tarefa ilegal. Quando você quiser subir na web aquele seu vídeo caseiro vestido de Beyoncé e rebolando essa buzanfa gorda, BANG BANG, você será vetado por violação de direitos autorais. Talvez, mais tarde, até condenado à prisão (não que uma cena dessas não seja um crime por si só. Enfim…).

A SOPA representa a morte da espontaneidade global, da livre criação, da paródia, do remix, do compartilhamento de conteúdo, da cultura independente. Estamos ameaçados de perder a cultura de nicho que conquistamos graças à web 2.0. A blogosfera vai morrer, ou, na melhor das hipóteses, se tornar engessada, zumbificada, obsoleta. Quer mais consequências trágicas? O streaming e o download vão morrer, condenado a existência de toda a cultura indie; o ato de compartilhar montagens irônicas com artistas famosos também vai morrer, O MYCOOL VAI MORRER (!!!) e, enfim, estaremos cada vez mais próximos do futuro apocalítico previsto na ficção do George Orwell.

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Muitos dos principais sites a serem atingidos já estão fazendo sua parte. Hoje é o dia D do protesto virtual, e a gente não pode se dar ao luxo de nos alienarmos. Vizinhos como o Move That Jukebox, a Freak!, o Trabalho Sujo e tantos outros também estão colaborando. Resta a cada internauta ler, compartilhar e torcer para que a SOPA e a PIPA não transformem nossa querida e utópica viagem cibernética em uma Coréia do Norte virtual.

[18 jan 2012 | por Luísa Saldanha | Nenhum Comentário | 396 views]

Enquanto apreciadora de um bom sci-fi, qualquer coisa que remeta a realidades paralelas, viagem no tempo, teletransporte (alou, JJ Abrams) e coisas do gênero já me chama atenção de primeira. E com essa série  de pôsters de cinema foi o que aconteceu.

O que aconteceria com os filmes, diretores, produtores e atores que conhecemos e adoramos se eles tivessem se encontrado de outro jeito, em outra época e em outra realidade? Foi a ideia que inspirou Peter Stults, que depois de ver essa série de pôsters resolveu fazer uma para chamar de sua.

Imagine um mundo com James Dean em Drive, Faye Dunaway como Sarah Connor, Leonard Nimoy DURO DE MATAR e Fritz Lang dirigindo 2001 em alemão. ALOK

Interessante lembrar que essa ~brincadeira inocente~ não estaria aqui com a SOPA e a PIPA em vigor. Bora refletir.

Via.

[1 dez 2011 | por Flávio Lerner | Um Comentário | 309 views]

Tá, a gente já sabe muito bem que tudo é um remix e como os mashups funcionam. Dessa vez, a união de imagem, música, ruído e conceito se concentra na chamada “Tarantino Mixtape”.

O material é um must see porque, além de fazer uma compilação do universo do Quentin Tarantino, age literalmente como um mashup em diversos momentos, repicando os  sons dos diálogos e os inserindo no tempo da música – parecido com o que a gente já mostrou aqui –, ou até mesmo combinando duas trilhas em uma só.

Infelizmente, a incorporação para blogs foi desativada, mas você pode assistir clicando >>> aqui <<<.

* A dica é mais uma vez do amigo Inconveniente.

[17 nov 2011 | por Luísa Fedrizzi | Nenhum Comentário | 660 views]

Diquinha cultural-modística pra quem mora em Porto Alegre.

De 28 de novembro a 12 de dezembro, o IndepIN (Instituto Educacional e Profissional Integrado) vai promover o curso “Moda e Cinema – Interpretando filmes com o olhar da moda”, ministrado pela figurinista, pesquisadora e consultora de moda e semiótica das vestimentas Ana Carolina Acom, do site www.modamanifesto.com.

Os objetivos do curso são estudar, do ponto de vista da moda, as possibilidades de análises críticas no cinema, destacando filmes, diretores e atores relevantes para a pesquisa de moda e figurino, e interpretar a relação semiótica do figurino como instrumento indispensável de narrativa em filmes importantes para história do cinema e para a pesquisa de moda – tipo Qui êtes-vous, Polly Maggoo?, Blow Up – Depois Daquele Beijo, O Diabo veste Prada, Prêt-à-Porter, Zoolander, Annie Hall, Maria Antonieta, os filmes de Audrey Hepburn entre outros.

Annie Hall

Annie Hall

Qui êtes-vous, Polly Maggoo?

Qui êtes-vous, Polly Maggoo?

Maria Antonieta

Maria Antonieta

Serão 6 encontros nas segundas, quartas e sextas-feiras à tarde, das 14h às 17h10. Para saber mais informações sobre o programa, valores e inscrições, acesse o site.

#Ficadica

[31 ago 2011 | por Luísa Saldanha | Um Comentário | 1.298 views]

NÃO,  não tem como encher o saco de coisinhas feitas com Lego.

Depois de viajar pelo espaço, estampar capas de discos e cartazes de cinema, entre outras incontáveis aparições, os amiguinhos de plástico aparecem em stills de filmes famosos, ilustrando mais uma vez lindamente a cultura pop. A série Lego Movies é de Alex Eylar, que já tem outros trabalhos com Lego no currículo. A montagem da cena toda, com direito a iluminação e detalhes particulares de cada filme pode ser vista no Flickr do cara, que tem os behind-the-scenes de várias fotos.

Tem mais aqui.

Via.

[12 jul 2011 | por Rafael Jardim | Nenhum Comentário | 756 views]

Esse post sim é sobre um aplicativo bacana. O Augmented Reality Cinema nos leva a uma Londres cinematográfica, onde basta colocar o iPhone no lugar onde foi rodado um filme famoso e tsá: ele aparece.

A sensação é de que se faz parte desta história. E uma coisa é certa: a realidade aumentada deste App permite incríveis momentos a um turista amante da sétima arte

Pelo visto, os preparativos para as Olimpíadas de 2012 estão deixando criativos e desenvolvedores muito inquietos. Que bom! Outro app bacana para turista é este sobre os sons de Hackney.

Via.

[6 jul 2011 | por Rafael Jardim | Nenhum Comentário | 407 views]

Hey, vamos espantar este frio e aproveitar esta oportunidade de ouro: entre os dias 11 e 18 de julho, o Senac EAD vai realizar uma oficina virtual com a artista canadense Perry Bard. A função toda será a distância e o melhor, for free.

A oficina faz parte do projeto “Agora/Ágora – Criação e transgressão em rede” que está rolando no Santander Cultural, em Porto Alegre. Onde, através de uma plataforma web, visa apresentar uma série de interatividades que ampliem a experiência do usuário em criar em rede.

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E como parte da programação, os amantes de cinema poderão conferir e até mesmo interagir com Perry, pois a discussão da oficina será o filme “Man With A Movie Camera: The Global Remake, onde a troca de conhecimentos será o diferencial na abordagem do trabalho do cineasta russo Dziga Vertov’s.

As atividades serão 100% em ambiente virtual, onde a artista, participantes e docentes do Senac poderão interagir através de chats, fóruns e materiais que servirão de apoio a oficina.

Curtiu? Então corra, pois as vagas são limitadas. Basta se inscrever no site www.senacead.com.br/oficina

Além disso, quem estiver pela capital gaúcha também poderá conferir o trabalho da artista – e desta vez fisicamente – até o dia 07 de agosto no Santander Cultural.

[11 mai 2011 | por Gabriel Cevallos | Nenhum Comentário | 591 views]

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Hoje em dia qualquer banda que queira ter o mínimo de visibilidade e sucesso tem que ter um videozinho no You Tube mostrando seus feitos em qualquer garagem que seja, sem contar o vídeo clipe, requisito básico de promoção.

Mas em 1977, quando as câmeras eram alimentadas por negativos e precisavam de uma cara revelação, filmar um show era tarefa para pioneiros, quem dirá filmar os primeiros 100 dias do ano que foi considerado o grande ano do Punk Rock.

Meio que por acidente o filho de jamaicanos e DJ residente do clube The Roxy em Londres, Don Letts, ganhou uma câmera Super 8, o equivalente a um celular tosco hoje em dia, e por diversão começou a filmar os shows que começavam a acontecer ali nos seus domínios. Quem diria que a rapaziada despretensiosa que começava a fazer shows ali seria tão fundamental? Não só para música, moda e marketing de bandas, mas para toda uma geração de desajustados que encontrou naquele movimento uma forma de abrigo.

A brincadeira de Don Letts virou coisa séria, pois aqueles garotos que iriam mudar o mundo, mudaram! E estava tudo registrado em película! The Clash, Siouxsie and the Banshees, Billy Idol, Sex Pistols na primeira aparição de Sid Visius, entre outros, são registros de um misto de sorte e vanguarda.

E fica esperto porque o The Punk Rock Movie será exibido na Mostra Kino Beat sábado dia 21/05 às 19h, e será a sua chance rara de ver na tela grande um filme tão histórico. A vida do diretor desse filme, Don Letts , será exibida em outro documentário da mostra, no filme SUPERSTONIC SOUND: THE REBEL DREAD na quinta dia 19/05.

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