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Os caras do coletivo Cyrcle começaram no ano passado a campanha Cut it Out!, em homenagem aos protestos pacíficos ao redor do mundo. As imagens são coloridas, mostrando formas de armas preenchidas por flores. Lembra a ideia da série Soft Guerilla, que a gente viu por aqui.





Porque o 3D é mesmo um negócio que TÁ SE USANDO.
Não é só nas salas de cinema que esse recurso tá bombando. A arte vem se apropriando do 3D e mostrando que existem maneiras ainda mais geniais e criativas de explorar essa ilusão do que se vê no mainstream.
E a novidade vem do grafite, que sempre reúne a tchurma de pessoas mais ligadinhas e cheias de ideias. O floating graffiti anda invadindo espaços variados, desde prédios abandonados a galerias de arte, passando por favelas brasileiras. A novidade consiste em construir uma imagem que só pode ser vista quando estamos posicionados no ângulo certo.
Ó só que L0k0:



Anamorphic Typography (via).

Destaque pro trabalho lindão feito pelos caras do boamistura, coletivo espanhol que levou belas mensagens para a Vila Brasilândia (SP). Os próprios moradores ajudaram a construir as palavras, entre elas amor, orgulho, doçura, beleza e firmeza (FMZ). Tem mais imagens aqui e aqui.
Começou no domingão e vai até abril mais uma expo descolada na galeria Fita Tape, em Porto Alegre.
Dessa vez quem visita a capital gaúcha é a Throw-Up, uma exposição individual do artista Silvio Rodolfo, também conhecido pelo pseudônimo Dose. Com referências que misturam a arte direto das ruas com a formação acadêmica em Artes, o artista já participou de diversas exposições e publicações, ganhou prêmios de gravura e de cerâmica, mas se manteve ativo nas ruas e sempre é citado no meio do graffiti.
Para a expo em questão, Silvio Rodolfo apresenta técnicas como a pintura, a gravura e o desenho e também investiga uma nova linguagem: a história em quadrinhos.Vale a pena conferir o diálogo feito entre as peças e o zine criado pelo próprio artista para acompanhar a exposição, que leva o mesmo nome.
Chegou de reclamar que não tem o que fazer? xau.
Throw-up
Uma exposição individual de Silvio Rodolfo
Visitação até 15 de abril
de quarta a domingo, das 13h30 às 18h
Galeria Fita Tape
Av. José Bonifácio, 485
Porto Alegre – RS
Fone: 51 3028 1217
www.fitatape.art.br
Tem quem pense que grafite é CoIsA dE mALokErO, mas os canadenses deram um tapa na cara da sociedade patrocinando o trabalho artístico do coletivo A’shop, especializado em graffiti art na cidade de Montreal.
O trabalho que durou mais de duas semanas e consumiu em torno de 500 latas de tinta transformou a lateral de um prédio em uma obra de arte. Pra mostrar que grafiteiro canadense é coisa fina, os caras fizeram uma releitura modernosa sobre a obra Our Lady of Grace do checo Alphonse Mucha – que aposto que vários metidões aí nunca nem ouviram falar. há.
E tem o vídeo também:
A técnica do “grafite reverso” não é novidade. No ano passado, por sinal, virou notícia na nossa querida província de Porto Alegre, quando a frase “Por uma Porto Alegre Limpa” foi escrita com água e detergente sobre a sujeirada das paredes do túnel da Conceição.
Protestos à parte, o trabalho do artista e ilustrador belga Stefaan De Crook, a.k.a. Strook, parte dessa mesma ideia de criar imagens “limpando” a superfície. Ele criou um mural 100% improvisado no Centro de Arte STUK, na cidade de Leuven usando apenas água pressurizada sobre o musgo da parede.






Já dizia o poeta: QUEM SABE FAZ AO VIVO!
Quando o artista britânico não está aprontando alguma para chamar a atenção, um ou outro vira a chave e assume este papel. A mais recente descoberta saiu de Baltimore para o mundo: a fotógrafa americana Julia Kim Smith criou a série “At Home With Banksy”.
Indo de encontro com a cena artística atual, a artista nos mostra o seu lado pop satirizando cenas do cotidiano com a ilustre presença do hóspede fanfarrão no seu traje mais conhecido, encapuzado. Criativa ou não, a sua idéia merece destaque. Bom, pelo menos pela originalidade.
E a última boa nova do fanfarrão-mor do Reino Unido foi um presente para o casal Kate Moss e Jamie Hince. Enquanto os dois viajam em lua de mel, Banksy aproveitou para “invadir” a mansão da modelo na calada da noite e dar um pequeno gift: um graffiti especial no banheiro do casal.
Belo presente, não?
Via.
Os pichadores e grafiteiros de plantão podem e devem continuar sonhando. O Everfresh Studio alimentou ainda mais este sonho ao apresentar o seu novo trabalho, o Graff Mobile.
Esta van, é um exemplo típico de veículo que mais agrada este povo que faz intervenções urbanas. Nela, tem tudo, absolutamente tudo, que envolve este tipo de expressão. Desde inúmeros modelos e cores de sprays, a luvas, máscáras, cordas, fitas e mil e outros utensílios.
Vai dizer, a idéia é boa né? Mas pode ser um tiro no escuro para quem estiver contra a lei.
Via.
Esta é uma das alternativas do nosso tempo para fugir da insegurança das ruas e fazer em casa, o que é habitual do urbano. A idéia deste projeto é usar a tecnologia do Kinect, da Microsoft, para captar o movimento do jogador e grafitar através do game o que você desejar.
Ele visualiza o corpo e o desenho em diferentes ângulos, dando total liberdade criativa para “pintar” o que quiser. Mas, para isso, é necessário ter muita, muita coordenação.
Vale testar!
A criação do game foi de Jean-Christophe Naour e do Innoiz Interactive.
Via.
O bom da arte de rua é que ela não impõe regras e tudo, simplesmente tudo, é possível. De vez enquando pode causar espanto e até mesmo um desconforto no transeunte observador. Mas arte é arte, então vale, certo?
Bom, pelo menos na Ucrânia o artista Stetskovych consegue agradar e horrorizar o povo ao mesmo tempo. Já que os seus graffitis são, basicamente, de pessoas urinando e defecando. Mas o melhor é o local escolhido: banheiros totalmente destruídos e abandonados.
Ou seja, nada mais justo e só vê quem quer, não é mesmo?
Good shit bro!
Via.
Quem gosta de boa música deseja sempre o melhor para o seu ouvido. Quem gosta de graffiti adora a criatividade alheia. E quem gosta dos dois? Bom, aí vale observar o belo trabalho da artista Eme.
Em uma viagem à Estrasburgo, na França, a moça usou centenas, quiçá milhares de notas musicais para compor a obra “Le Silense”. Que, infelizmente, ainda não tem a sonoridade que gostaríamos. Já o lado bom é que a música fica a critério da imaginação de cada um.
Com tanta gente criativa e a tecnologia voando por aí, não duvide que daqui a muito pouco tempo tenhamos graffitis com música. Alguém duvida?
Via.








































