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Estilistas que fazem bons (e belos) croquis tem um espaço especial no meu coração. É a minha opinião, claro, porque acho sensacional ver as ideias ilustradas e a forma como elas, depois, se transformam em roupas reais.
Principalmente se elas forem se transformar em maluquices para Lady Gaga, que tão mais pra IRREAIS, néan.
Por isso, vamos entrar no clima do finde e da buat com esses croquis incríveis de Giorgio Armani para o figurino da nova turnê de Gaga, intitulada “Born This Way Ball”. O estilista italiano, que é parceiro frequente da cantora, foi o responsável pela criação dos looks que ela vai vestir na parte asiática da tour – que começa dia 27 em Seoul. O resultado, claro, é bem malucão e cheio de tachas, PVC e látex. UIUIUI.
Inspiração pra sexta à noite, beijos.
Via.

A gente não sabe bem se é um deboche, inveja, tentativa de aparecer — já que não podem pagar peitinho/calcinha — ou atração desenfreada por parte dos artistas que não tem a fama, mas tem a integridade (ou não). O fato é que os hipsters adoram fazer covers irônicos das cantoras pop da ~indústria do entretenimento~, e muitas vezes o resultado é bem legal.
A ideia de compilar uma boa parte disso em um único post surgiu de uma conversa interna do staff do MyCool e do blog da Converse – que são parceiros e inclusive tem alguns membros atuando pelos dois times [ueeeepa!].
Destaque pro Hot Chip fazendo a Shakira (quem dera), pro Franz com a melhor música da Gwen, pro Linkin Park que não é indie e pra melhor coisa que o Travis já fez na vida.
O incrível, famuóso e irriverente fotógrafo de moda norte-americano Terry Richardson seguiu a incrível, famuósa e irreverente Lady Gaga por nada menos que dez meses para fazer um livro de fotos da cantora. E agora, a publicação está finalmente saindo.

Segundo a editora, Grand Central Books, o livro vai ser UM ESCÂNDALO, já que Terry teve acesso livre à Gaga de agosto de 2010 a fevereiro de 2011 e, segundo eles, “nothing was off limits”. :O O resultado é um livrão de mesa, com 350 fotos da cantora – sobretudo imagens aleatórias de bastidores.
O New Museum, do Nova York, disponibilizou alguns exemplares em pré-lançamento no início desta semana, e já está tudo esgotado. De qualquer forma, Gaga e Terry farão uma sessão de autógrafos no dia 22, também no New Museum – e aí diz que mais livros estarão à venda para os que não foram lá acampar pra conseguir suas cópias.
Pra marcar o lançamento, Lady Gaga fez um vídeo em que lê um trecho da introdução do livro, escrita por ela. O jeito de falar tá meio engraçado, mas dá pra ter uma ideia do que vem por aí.
Presentinho de Natal, anyone?
Via.

Alguém estava com saudades de chegar a um fim de semana pra relaxar e curtir os melhores vídeos que saíram nos últimos dias? Então vamos a eles!
Nada mais natural que o Foster the People pra “abrir os trabalhos” desse post. Os caras tão conquistando o mundo em uma velocidade absurda e ano que vem já devem cobrar um cachê maior que o Two Door Cinema Club (se é que já não estão). O clipe da vez segue a vibe nonsense/surrealista do antecessor Helena Beat. Call It What You Want é um espetáculo!
Depois da loucurada do Foster, a gente vai pra um momento de muita queridonisse com a banda querida Archtitecture in Helsinki e seu querido clipe para W.O.W, contando a bonita história de amizade entre um homem e um golfinho.
Passando a dose diária de meiguice, Britney, Beyoncé e Gaga são muito fanfarronas e se metem em tremendas confusões no novo vídeo do Kaiser Chiefs. Kinda Girl You Are faz parte de “The Future is Medieval”, um quarto álbum dos caras que saiu pela culatra e que ninguém lembra que existe.
O Kasabian também reaparece por aqui com Re-Wired, do seu novo disco “Velociraptor!”. O vídeo, que mostra a banda roubando carros e fugindo por aí, é bem mais legal que o próprio novo single.
E pra encerrar, um vídeo sensacional que já saiu faz um tempinho, mas que merece estar aqui porque é MUITO BOM. Lies, último single do Is Tropical, é meio NSFW, mas como já é fim de semana você pode assistir, relaxar e gozar (opa!).
Lembram que já falamos aqui no fotógrafo Rankin e no estilista Alex Noble participando do projeto Swatch MTV Playground? Pois então, agora tem mais um convidado – ou melhor, uma convidada – por lá. É Fred Butler.

Ela tem nome de menino, mas é a mulher por trás do chapéu de telefone usado por Lady Gaga, e de outras tantas loucurinhas por aí.


A designer inglesa é uma das mentes mais criativas do momento, e seu trabalho com acessórios lúdicos e extravagantes é parceiro perfeito de fotógrafos e stylists que querem falar de moda usando o extremo da imaginação. Ela já trabalhou com ou teve acessórios seus usados por artistas como Little Boots, Patrick Wolf, Sigur Rós, La Roux, The Gossip, Marina & the Diamonds, e outros. Entre os stylists, Fred tem como parceiros desde o início de sua carreira nomes como Nicola Formichetti, Patti Wilson e Lucinda Chambers.
Formada em design de moda pela Universidade de Brighton em 2003, ela começou a trabalhar com direção de arte em 2006, e na temporada de outono-inverno 2008 lançou sua primeira coleção autoral – no mesmo ano em que foi finalista do prêmio UK Young Fashion Entrepreneur do British Council of Fashion. Desde então, virou referência.




No vídeo do MTV Playground, ela conta como colabora para os artistas da música, desenhando de acordo com seus shows e performances. Vale MUITO a pena assistir!
Lá no site tem mais uma penca de vídeos com depoimentos da designer, pra quem tá afim de entrar nessa vibe nonsense. A gente dá like. (y)
VAZOOOOOOOU! Vazou nada, né? Lady Gaga foi lá e liberou de uma vez por todas o seu mais novo CD, intitulado Born This Way (o que todo mundo já sabia há tempos). Com uma das piores capas de CDs de todos os tempos, a Mother Monster resolveu dar uma inovada nesse seu último trabalho de estúdio.
Dança da motinha as popozuda perde a linha
Gaga tentou misturar seu pop – até então delimitado na sua “fórmula de sucesso” – com outros estilos musicais AND… é, não deu muito certo. Porém, ela leva crédito dos popistas de plantão pelas suas letras grudentas e de fácil cantoria na balada e de suas batidas trabalhadas para as pixxxtas.
Born This Way, o CD, lembra Cher, Kelly Clarkson, Madonna, Gogol Bordello (??), anos 90.. é uma surpresa (nem sempre boa) em cada faixa. Como eu estou BEM inserido nesse meio twitterístico de ser, resolvi fazer um mini-faixa-a-faixa do CD, com 140 caracteres para cada música. VEM COMIGO!
1. Marry The Night – Abrindo o CD, a faixa tem aquele pop GOSTOSO de ouvir, que lembra MUITO Cher. A batida do final é pra bater seu cabelinho na balads! Tá aprovada!
2. Born This Way, faixa que dá nome ao CD, é boa. Aqui, a “fórmula” funciona perfeitamente. Refrão fácil, melodia baladeira e muito “gagawayoflife”.
3. Goverment Hooker é o que eu já achava quando apareceu há tempos atrás: ruim, chata e com batida fraca. Parece música dos anos 80. Das ruins.
4. Judas, um dos carros chefes do CD, é uma cópia quase fiel a Bad Romance. Se você tentar fazer a coreo de uma no refrão da outra, dá certo. Pode tentar.
5. Americano é uma das músicas mais bizarras de BTW. Ouvi Gogol Bordello, Madonna, Gaga e mais coisas na faixa. Mas sabe que ficou bom? Eu curti!
6. Em Hair, Kelly Clarkson baixa MUITO no corpo da Gaga. A música é boa, mostra o potencial vocal da bonita (que, realmente, canta bem) e anima. Vai pro time da pixxxta.
7. Sheiße é uma música estranha. O BPM é rápido, o vocal é diferente e não segue uma “lógica”. Mais uma que parece nascida no final dos anos 80 / início dos 90.
8. Bloody Mary é ruim. Sabe aquela música ruim que SEMPRE tem no CD? É essa. Gaga tenta fazer um pop mais “dark”, mas não consegue. #FAIL
9. Bad Kids é música da Madonna de décadas atrás. Batida eficiente, com uns riffs de guitarra meio desencaixados, mas que até funciona.
10. Highway Unicorn (Road 2 Love). Sinceramente? Não sei o que dizer dessa faixa. Achei “mais do mesmo”? Achei.
11. Em Heavy Mental Lover, é a vez da Kylie Minogue aparecer. Voz da Gaga, melodia da Kylie. Tudo a ver. NOT
12. Electric Chapel é mais uma do time de músicas 80/90. Os riffs aparecem de novo. A tentativa do “dark pop” também. Me pergunta se deu certo?
13. You and I será LINDA cantada só no piano (como Gaga já mostrou esses dias no programa da Ophrah). No CD, parece música country. Mas tá valendo.
14. The Edge Of Glory é uma música ótima! Tá dentro da proposta da “fórmula”, mas tem um ritmo bacana. A letra é fácil, ok.. mas quem não curte cantar na balada, não é mesmo? (PS: Se não tivesse a participação do Kenny G [risos] na faixa, ficaria melhor).
Resumindo: Born This Way não é um CD bom (podem me apedrejar, gagafans). Lady Gaga poderia ter feito BEM melhor, mas quis inovar até onde não podia. Porém, a fórmula funciona nos carros-chefes e leva 45% de BTW pra balada – um dos objetivos do trabalho.
Gaga, volte para o fim da fila e fique uma rodada sem jogar.

Nunca usei termos como “fraco” ou “medíocre” para me referir a qualquer trabalho que os escoceses do Franz Ferdinand tenham realizado. Seria uma surpresa negativa, portanto, se tais adjetivações pejorativas fossem efetivamente empregadas nesses sujeitos; foi, mas na verdade não foi, o caso.
Para o Record Store Day desse ano – dia comemorativo para fortalecer lojas de discos e que conta anualmente com lançamentos exclusivos de vários artistas consagrados – o Franz lançou um EP de ‘Covers’, que consiste em releituras realizadas por cinco artistas amigos da banda; portanto, o novo EP não se trata de uma produção exclusiva dos rapazes.
Todas as faixas são do disco Tonight, de 2009, e o bacana é que nenhuma delas foi lançada como single; Live Alone, por exemplo, aparece nas versões de Debbie Harry (em conjunto com o próprio Franz) e do LCD Soundsystem, porém nenhuma delas chega aos pés da original. Ambos os artistas moldam a canção deixando-a com suas respectivas identidades, o que certamente é o objetivo de uma releitura, mas esse talvez seja um caso que não tenha dado certo. A ex-líder do Blondie faz, na verdade, um bom trabalho, mas o LCD desacelera e transforma uma das melhores e mais dançantes faixas de Tonight em uma odisseia cadenciada e monótona.
Franz Ferdinand – Covers EP by DominoRecordCo
Dream Again e What She Came For são reinterpretadas por Stephen Merritt e os veteranos do ESG, respectivamente, e se aproximam mais do que podemos chamar de Cover, pois não reconstroem a métrica e a harmonia da música, apenas elementos superficiais. São, portanto, muito mais parecidas com as obras originais, mas também ficam devendo em relação a elas; o preço que pagam é parecer não agregar nenhum valor novo, não instigando uma nova audição.
A canadense Peaches talvez tenha realizado uma das melhores releituras do EP, empatando com Debbie Harry e transformando Turn It On em um Electroclash quase sombrio, mas ainda assim não é bom o suficiente. A canção, assim como as demais, perde a força que as produções de “Tonight” reproduzem e mais parece um projeto experimental que ainda há de ser concluído.
Releituras são muito interessantes porque, assim como remixes, funcionam como uma contraproposta de uma obra, atribuindo a ela novo formato e mensagem. Quando bem desempenhadas, podem sair tão boas ou até melhores do que as versões originais e coexistem como uma alternativa interessante. Quando não flui como deveria, a nova proposta soa como uma versão piorada de algo que já conhecemos e é essa a impressão que o EP do Franz Ferdinand (que não foi feito pelo Franz Ferdinand) passa. Independente da qualidade fica registrado o tributo: um marco bonito que agrega aos escoceses um status ainda maior em uma carreira relativamente nova.
Exemplo de releitura bem feita e melhor que a original.
A Multishow e o TopTVZ estão reunindo a galere para eleger os melhores do mundo da música de 2010. Começou dia 20 de dezembro e vai até SEXTA a votação! Você pode passar lá e dar o seu voto esperto. Para votar, basta ir na página do seu artista preferido e clicar quantas vezes quiser (não vale Lady Gaga).
Depois que o resultados forem divulgados, os artistas vencedores ganham um programa especial que vai ao ar dia 31 de janeiro no Top TVZ, é claro. Ele vai contar também com transmissão simultânea na web e os 20 vencedores levarão para casa um troféu personalizado e terão selo exclusivo publicado em seu perfil no TopTVZ.
Outra coisa bacana é que o site também disponibiliza um widget pra você colocar no seu site/blog e mostrar quais são músicas mais top da sua ídola.
Massa, hein? Cola lá então e aproveita essa chance única de deixar a programação com a sua cara.

2010 já se foi, e é comum que surja aquele comentário abobado “passou voando, né?”. NEM. Foi um ano longo, cheio de reviravoltas e bastante fértil para a música, sobretudo na produção videocliptica – mesmo que a mãe dela, a MTV, não desista de tentar matá-la. Foi em 2010 que o Arcade Fire nos fez chorar na frente do computador ao ver o browser se desdobrando nas ruelas onde a gente cresceu. Foi nesse ano também que a Lady Gaga deu um fatality na cara da sociedade, e que os peitos da Katy Perry viraram fetiche mundial. Agora, no leito de morte desse ano glorioso, vamos demonstrar algum respeito relembrando os grandes feitos videoclípticos com essa lista que o pessoal da Rolling Stone montou, e que a gente reproduz aqui pela coerência:
Faltou alguma coisa?
Juro que vi o trabalho do designer Joji Kojima e de cara pensei na Lady Gaga. Isso antes de associar o nome à pessoa e me dar conta de que meu impulso tinha razão de ser: era dele a máscara usada pela cantora em uma das capas do álbum The Fame Monster – criada antes mesmo que ele tivesse sua primeira marca própria, a Hotel Gluttony.

Nascido na California, mas atualmente vivendo no Japão, Kojima cria joias super ORNADAS, com referências barrocas e fetichistas e ar macabro – mas com o tipo de “artesanía” normalmente reservada a marcas de luxo mais conservadoras. Formado em design, fotografia e tipografia pela Tama Art University, ele foi assistente na Yoshiko Creation Paris, lançou a Hotel Gluttony e, neste ano, deu à marca seu nome, estabelecendo-se em Tóquio.




Sua coleção mais recente, A/W 2010-2011, entre outras coisas, transforma o ícone já batido da caveira em um objeto incrível de design: um anel com a imagem suspensa vários centímetros acima do dedo onde está colocado.

Via.
















