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Resgatando a história da Maison Lancôme, que surgiu na França na primeira metade do século 20, a marca de beauté está lançando sua nova (e aguardada) coleção: 29, St. Honoré. A linha homenageia aquelas que a gente inveja desde que o mundo é mundo: AS FRANCESAS. Porque, né, não existem mulheres mais elegantes e estilosas e charmosas e effortless e trendsetters e lindas no universo.
Simples assim.
Lááá em 1945, a Maison Lancôme redefiniu os códigos de beleza com o lançamento de “Shaker”, seu primeiro batom em um tom carmim (= vermelho) incandescente, que botou a galera EM CHAMAS na época. E a ideia foi justamente resgatar o estilo femme fatale dos anos 40 e o clima parisiense e misturá-los àquele glamour da antiga Hollywood para criar esta nova coleção. A assinatura é do diretor criativo da Lancôme, Aaron De Mey.
Na campanha, clicada por Mario Testino, estão as lindas Daria Werbowy e Elettra Wiedemann. Curte só o making of:
Babou na coleção e nesses batons vermelhos incríveis? Então passa lá no site da Lancôme, porque já tá tudo disponível! AS MINA PIRA.
Imagina se esse trio aí do título não ia lançar algo bombástico junto. Pois então, eis o tênis-hamburger:
O modelo é resultado da parceria da sempre divertida Vans, da mega loja e império da french coolness Colette, e do fotógrafo fanfarrão Mark Hunter, a.k.a. The CobraSnake. Só que, dessa vez, o produto é de verdade – ao que tudo indica.
Não entendeu? É que no começo do ano passado, Cobra enganou geral (e segue enganando muita gente, muita mesmo) ao lançar uma camiseta com estampa de donuts, bem na vaibe dos Simpsons, com assinatura de ninguém menos que Marc Jacobs, afirmando que seria uma parceria sua com o estilista. MAS NÃO ERA, GENT, ERA BRINKS. É ou não é funny esse cara, hein? o.O
Dessa vez, a gente só tá colocando aqui com fé porque a própria Vans divulgou em seu blog imagens do evento de pré-lançamento, que rolou em Nova York durante a Fashion Week. O design do tênis clássico transformado em hamburger foi inspirado nas lancherias trash da California, e faz um deboche do tal American way of life.
[update] E olha que GRANFINO: são apenas 60 pares e as vendas começam no dia 1/03, exclusivamente na Colette – e em plena Semana de Moda de Paris. PÁ!
P.S.: Fazemos o possível para sempre checar nossas informações antes de dividir com vocês aqui no mycool. Isso evita ~barrigadas~ como as do povo que segue acreditando na camiseta do donut. Risinhos. ;]
Chega de fila do pão às seis da tarde, chega de baguete velho no supermercado, chega de disputar seu lanchinho com as famigeradas velhinhas na padaria: o pãozinho do futuro sai de vending machines, iguais às de refrigerante e salgadinhos.

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Paris recebeu esse ano a novidade, desenvolvida por quem entende do assunto. O padeiro Jean-Louis Hecht contou que, por não aguentar mais o pessoal enchendo saco e exigindo suas diliças da padaria mesmo depois que as portas eram fechadas, teve a ideia de criar a máquina que deixa os pães pré-assados esperando por algum consumidor que, por um euro, leva pra casa o paozinho quentinho na hora que quiser.
Olha só a mallandraj do cara:
Imagina colocar uma dessas na saída da b@l@d@.
A gente já falou aqui do Maison Moschino, boutique hotel da marca italiana em Milão, e também do Prêt-à-Portea, o chá das 5 inspirado pela moda no The Berkeley Hotel, em Londres. Ou seja, a ligação entre moda e hotelaria não é novidade.
Agora, a Maison Martin Margiela acaba de redecorar inteiramente o hotel La Maison Champs Elysées, em Paris, é claro. Para o prédio histórico, localizado na junção da Avenue Montaigne com o Grand Palais e a Place de la Concorde, a casa criou 17 quartos e suítes, bem como a recepção, o restaurante, o bar e o “cigar room”. O resultado tem a cara de Margiela: super contemporâneo e cheio de destaque para o design. Tem muito branco, desconstruções, reapropriações, toques artesanais, trompe l’oeil e muito mais.





A Maison Champs Elysées tem dois prédios, um deles construído em 1864, durante o segundo império de Napoleão III. :O
O lançamento foi feito no dia 4 de julho, logo após o desfile de alta costura da Maison.
Chic.
A poluição visual criada por publicitários franceses já não é a mesma nas ruas de Paris. Ela vem recebendo inúmeros “atentados” artísticos muito bacanas. Sempre através das mãos, ou melhor, do estilete de Thom Thom aka Héphaïstos ou ainda, Thomas Louis Jacques Schmitt.
Com um estilo atípico, o seu trabalho busca transformar a propaganda dos outdoors em obras de arte. O processo passa pelo consumo da informação e então vem a mutilação, afiada, dando um toque especial e muito mais colorido. E é claro, a mensagem modifica também.
Via.

“Pala”, nome da segunda bolacha dos ingleses do Friendly Fires, é um dos discos mais aguardados do ano. O lançamento está datado para o próximo dia 16, mas o vocalista Ed MacFarlane é brother do MyCool e resolveu nos mandar uma cópia antecipadamente.
Seria irresponsabilidade minha fazer uma resenha completa e bater um ponto final, porque eu escutei o disco poucas vezes para poder sedimentar uma opinião. Então vim aqui para contar com um sorriso no rosto – e um pouquinho de receio – as primeiras impressões do álbum; num futuro próximo prometo fazer uma análise faixa a faixa, ok?
AVISO: o que está escrito abaixo está sujeito a ser contradito pelo autor do texto dentro de algumas semanas.
Uma coisa muito comum entre as bandas indies da geração 00’s é estourar com um disco de estreia dançante e repleto de hits pra depois dizer que “amadureceu” e fazer músicas mais introspectivas. Às vezes isso é um acerto, mas muitas vezes é um erro. Graças ao bom Moisés, não foi o caso do Friendly Fires.
Em 2008, a banda debutou com perfeição: fez um disco impecável, repleto de faixas dançantes, mas ao mesmo tempo carregadas de uma qualidade indiscutível. Canções como Jump In The Pool, On Board e Paris são o melhor exemplo de como uma banda pode ter profundidade e soar pop ao mesmo tempo. Ouso dizer que o Friendly Fires de 2008 tem uma importância estrondosa para o período que vivenciamos; você consegue imaginar qualquer danceflor indie sem alguma música deles?
O Friendly Fires de 2011 pouco mudou em relação ao de 2008. Ou melhor, mudou na medida certa. Em um primeiro momento é notável que agora há um investimento maior em instrumentos sintéticos e programações, e um pouco menos do “batidão” frenético que nos conquistou há três anos. Em termos de estrutura, porém, “Pala” é parecido com seu antecessor, porém sem soar como uma repetição mal feita. Trata-se de mais uma obra repleta de hits, em que se dança do começo ao fim, parando para respirar apenas na sexta faixa, a canção mais bonita do pacote e que recebe o mesmo nome do disco.
Vídeo espetacular pro primeiro single: Live Those Days Tonight
De positivo, fica a sensação de que o longo período de reclusão que MacFarlane passou para compor rendeu frutos. O perfeccionismo do vocalista, que adiou em um ano o lançamento de um novo LP, talvez seja um dos segredos da qualidade do Friendly Fires. Porém, o disco só não é melhor porque ele comete um erro triste e muito comum entre as produções contemporâneas: um começo rasgante (as seis primeiras faixas são fantásticas), para depois decair em qualidade. Show Me Lights, track de número 7, é a única que não agrada, parecendo estar a um passo de soar como uma obra qualquer do N’Sync.
Outras, como True Love, são boas, porém parecem carecer da capacidade criativa que os Fires encontram na primeira metade do disco: a batida é quase idêntica à Lovesick, do primeiro CD. Por sinal, mesmo experimentando novas sonoridades e assumindo um padrão novo, muitos elementos do disco de estréia estão presentes, como o synth de Jump In The Pool em Hurting, uma das músicas mais interessantes.
Em termos gerais, é um dos melhores trabalhos lançados nesse 2011 até então (senão o melhor). A banda segue fiel à proposta original; bate no peito e grita sem vergonha nenhuma: “fazemos música pra dançar, e fazemos muito bem!”. Nós amamos vocês por isso, Friendly Fires.
Você, amigo indie, provavelmente descobriu a balada alternativa ao som de Friendly Fires. 2008 foi o ano, né? Vai dizer, rebolou até o chão ao som de Paris?
Pois é, agora os caras voltaram, e TORÇÃO pra que seja sem escola de samba. Pala sai do forno em 16 de maio, e sabe-se lá quando antes vaza no rapidshare mais próximo de você.
Live Those Days Tonight é o primeiro gostinho do disco, e tá prontinha pra balada! Que jogue o primeiro iPod quem conseguir NÃO bater o pé ao som desse hit.
A Chanel e a Colette se juntaram. Em Paris. Em uma garagem da Rue Saint-Honoré.
[Puft, todas morre.]

De anteontem, dia 1°, até 10 de março, a maison de Mlle. Coco vai juntar seu glamour à loja mais bacanuda da França, em uma “butique efêmera” (a.k.a. pop up store) de 200m². Sente só o clima da função:
A coleção de spring 2011 (o nosso verão 2011-2012) da Chanel vai estar lado a lado com criações de jovens estilistas selecionados pela Colette, bolsas da grife vão ser customizadas por artistas como Kevin Lyons, Soledad, André, Fafi e SO-ME, um “nail bar” vai embelezar as mãos das bonytas, uma função de câmeras Leica vai registrar os momentos, DJs vão animar o povo e OMG, acho que vou infartar.
Se você for/estiver rhyca de Paris, aqui tem toda a programação.
Agora, a parceria é temporária. Mas sabe-se lá o que ela pode vir a render no futuro. REFLITAO.
Se você acha que para fazer arte de rua é preciso uma lata de spray na mão e uma boa idéia na cabeça, se enganou “mermão”. Tem muita gente por aí fazendo coisas sensacionais que nem chegam aos nossos ouvidos. O francês Philippe Baudelocque é um desses. Ele usa apenas a sua criativade e uma boa quantidade de giz de cera.
Não é um trabalho genial, mas é original e muito impressionante pelos detalhes e formas dos diversos animais espalhados pelos muros alheios em Paris.
Saca só:
Baudelocque está expondo seu trabalho na Since – Upian Gallery em Paris até o dia 06 de novembro. Então se estiver por estas bandas, passe lá que você não vai se arrepender.
Via.
Esses tempos, eu mostrei aqui a capinha para Kindle lançada pela Moleskine, que imita um dos tradicionais bloquinhos da marca. Mas agora, a coisa foi levada a um OUTRO patamar: a Dunhill, em seu desfile na semana de moda masculina de Paris, no mês passado, apresentou seu modelo para iPad.


A capa grifada é estampada com uma carta endereçada a Alfred Dunhill – nome completo da marca -, como se estivesse amarrada por duas fitas, e faz parte da coleção de spring 2011.
Via.

























