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Não nos entendam mal: adoramos o Pinterest, é uma ferramenta linda de compartilhamento de imagens, inspiração e ideias, mas… às vezes ele bebe, como já vimos por aqui.
E além disso, tem gente que acha o site boring e previsível, com todas as suas fotos de decoração da casa que você nunca vai ter, criancinhas fofas fazendo coisas fofas, noivas, minas viciadas em fitness, tutoriais pra fazer coisas do dia a dia como dobrar camisetas o lençóis de elástico – ok, esse é bem útil – e por aí vai.
Eis que alguém que encheu o saco das fotos clichê que circulam pelo site pensou o seguinte: e se tirarmos as imagens do Pinterest, deixando só as descrições das fotos? E surgiu o Pictureless Pinterest.

Agora, podemos conferir as descrições de pôsters “Keep Calm”, fotos de filhotes fofos e do Zac Efron sem camisa, mas sem precisar vê-los de fato. O único problema é que ainda não decidimos se isso tem alguma serventia.
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Levante a mão quem não reclamou de nenhuma das atualizações de layout do Google e do Twitter, ou quem não conhece nenhum m@l@ que ainda não se conformou com a timeline do Facebook.
Reclamando ou não, sempre queremos sites bonitos, modernos e atraentes pra perder nosso tempo na frente do computador, mas nem sempre a coisa é assim. A verdade é que antes de ser bonito e descolado com doodles interativos pra fazer nossa alegria, até mesmo o Google teve seus dias de design feioso. O próprio Facebook já foi absurdamente quadrado e o Twitter era mega bagaceiro. Temos provas:






A boa (ou má) notícia é que existe esse site DEMAIX, que disponibiliza imagens de qualquer site que você possa imaginar nos seus tempos não tão belos.

Já que os 90′s são os novos 80′s, o pessoal do Squirrel Monkey resolveu mostrar pra criançada que já nasceu com um tablet na mão como o mundo era legal antes deles existirem.
Fazendo de conta que é uma gravação em VHS, a série Wonders of the World Wide Web é tipo uma videoaula mostrando como seriam as maravilhas internéticas que temos hoje se tivessem nascido na mesma época que vocês (brinks gente, tem amor pra todo mundo).
Mas pra quem é chato e ainda não largou de amar os 80′s, tem um terceiro vídeo, mostrando como seria o Twitter nesse tempo distante:
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Johnny Langer e Peter Duffy são amigos que cresceram juntos e um belo dia resolveram fazer música juntos. A história acabou dando bastante certo, já que, com não mais que meia dúzia de músicas lançadas até hoje, a dupla já tá fazendo bastante barulho.
Não à toa, o novo single dos caras, Peculiar, é um dos hits do ano fácil, fácil. Quando o João Brasil lançou a sutilmente metafórica L.O.V.E Banana uns meses atrás junto com a Lovefoxx, eu achei que aquela track era a sucessora de After Dark em 2011. A gente pode facilmente dizer a mesma coisa agora com o lançamento de Peculiar, já que o potencial de hit-tropical-lambada-indie dela é tão forte quanto nas outras.
A grande incógnita que fica sobre o grupo é que nenhuma das outras faixas lançadas até agora tem o mesmo potencial, embora algumas demos deem sinais de ser músicas muito boas.
Follow neles!
* Se você não tem emprego nem vida própria, sugiro que se divirta assistindo ao clipe de L.O.V.E Banana com Peculiar tocando.
Lembra que uma vez, muitos meses atrás, quando o iPad nem tinha chegado no Brasil, a gente falou de um bloquinho que imitava o tablet-glamour? Pois então, de lá pra cá o mundo da papelaria não parou de evoluir.
Agora, a novidade é pros viciados em Twitter, que já não sabem mais como se comunicar com mais de 140 caracteres. Apresentamos o Paper Tweet, um bloco que reproduz offline a dinâmica do micro-blog, pra que ninguém se perca na conversa.

Pode ser bem útil pra ensinar comofas praquele seu amigo perdido que ainda não entendeu ou pra convencer aquele revoltadinho que se nega a participar dessas bobagens de Twitter e Facebook.
Quem nunca, né?
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O verdadeiro café da manhã dos campeões é composto por mais do que sucrilhos Kellogg’s: café com leite e pão fresquinho também se fazem muito necessários para começar bem o dia. Mas, se você não vive em uma novela do Manoel Carlos, sabe que a mesa não se põe sozinha, e que perder o horário da fornada pode comprometer toda a primeira refeição – ou aquele lanchinho ishperrto do final de tarde.
Por isso, uma galera muito louca da gula criou o BakerTweet, um sistema que tuita LIVE FROM THE BAKERY cada vez que algo delicioso sai do forno. É tudo automático, já que, né, o padeiro está COM A MÃO NA MASSA.
Genial, não? O primeiro estabelecimento a usar o BakerTweet foi o Albion Cafe, em Shoreditch, Londres, cujas fornadas você pode acompanhar pelo @albionsoven. Mas o sistema já está disponível para quem mais quiser, é só ler o comofas aqui.
Pão duro do padeiro, nunca mais.
É fato que essas gerações mais novas, provavelmente a maioria dos leitores aqui do mycool, não conviveram muito com música em disco de vinil. E mesmo que vários artistas estejam investindo de novo no bom e velho álbum que roda na vitrola, não imagino nenhum teenager se dando o trabalho de limpar a poeira do player do avô pra curtir um vinilzinho.
Maaaas, para os nostálgicos ou retrôs wannabe de plantão, a gente fechou uma parceria bem bacana com a Polysom e o selo Vigilante da Deck. Vamos sortear um disco do Boss In Drama que vem junto com um brinde superespecial: um teste de prensagem com um problema na coloração, que ficou raiado, brilhante, uma coisa linda! Mas antes queremos explicar o processo de fabricação do vinil, pode?
Pode! Nas palavras do próprio Daniel Corrêa, da Deck:
Tudo começa com um disco de alumínio. Ele recebe um banho de acetato, que é um material mais frágil que o vinil, mas por isso mesmo, melhor para o trabalho. Ele é enviado para um operador de corte de acetato, que vai “imprimir” a música no disco, com uma agulha que vai criando os sulcos. Ele também é responsável por checar se a gravação está boa e sem erros. Esse disco de acetato, chamado de “master de acetato” vai ganhar um banho químico, de vários metais. Primeiro, cloreto de estanho, que vai tornar o disco “pegajoso” para outros metais, como o níquel e a prata, que se fundirão, tornando um metal duro. Esse disco metálico, será destacado do acetato e vai ser utilizado nas prensas. O acetato é descartado. As musicas viram sulcos, um alto-relevo. Depois o molde vai para uma prensa, que vai ser marcado sobre o vinil derretido com força de 100ton e 193° C. Cada prensa fará milhares de cópias, que serão finalizadas, tirando o excesso de vinil, deixando ele redondinho. Porque se você apertar a parada, querendo ou não, vai ficar que nem uma panqueca (!). Finalizado todo esse processo, você já tem um disco bonitão e pronto pra ouvir.
Gostou? Então pra levar o vinil em bom estado e o vinil meia boca mas artisticamente lindo pra casa, você tem que:
Seguir o @mycool, a @polysom e a @semprevigilante no Twitter e retuitar a seguinte mensagem: “minha vitrola vai rodar nonstop esse vinil do Boss In Drama que vou ganhar do @mycool, @polysom e @semprevigilante http://kingo.to/nUb“
E não pense que você não vai conseguir escutar nunca o que tem nele. Dentro do disco tem um código para baixar o mp3 das músicas!
Aí, não esqueça de destrancar a sua conta e tenha certeza que o link do kingo.to está na sua tuitada. Valendo para todo Brasil!
O resultado sai sexta que vem, 16/12, faremos via sorteie.me, e entraremos em contato com o vencedor por Direct Message.
Formô!
Lembra quando a gente mostrou aqui os tênis do Twitter e do Google, customizados pelo designer Daniel Reese? Então, outro maluco por sneakers e Internet resolveu criar versões baseadas nos fenômenos digitais dos nossos tempos – propondo novos modelos baseados no Twitter e no Facebook para ninguém menos que a Adidas.


Estas são as ideias de Gerry McKay, que encheu os tênis de detalhes e criou o projeto completo, com cartela de cores, fontes e outros elementos. Bem louco pra convencer geral.


Adidas não curtiu sua publicação.
^^
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Se irritou? Tá PUTODACARA? Vai xingar muito no Twitter? Atenção: você está sendo monitorado.
O Grande Irmão dos palavrões é o Cursebird, um feed em tempo real de todas as IMUNDÍCIES postadas no micro-blog 24/7. Além das atualizações – às vezes muito frenéticas – o serviço também fornece um ranking com os maiores xingadores do Twitter e estatísticas das palavras mais usadas.
Adivinha qual tá no topo das paradas?

F%$#*(&ˆ@%!?>%$*&
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Cada dia esse nosso mundão virtual ganha mais uma rede social segmentada. Agora, é a vez dos CRIATIVOS, com o Artylizer.
Bem distante de propostas ESDRÚXULAS como a do Beatiful People, o Artylizer quer apenas promover o encontro de ideias e pessoas que trabalham, de alguma forma, com a criatividade – de artistas visuais a modelos, de pesquisadores a fotógrafos. O objetivo é trocar pensamentos, insights e informações sobre arquitetura, moda, design, arte, fotografia e afins, por meio de um serviço de micro-blog semelhante ao Twitter.
A diferença é que dá pra postar mensagens de até 333 caracteres (que cabalístico), anexar e embedar imagens e links para trocar referências cozamigo.
A pergunta é: mas e você quer MAIS UMA rede social?
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